
A reunião aconteceu após a promotora de justiça, Fernanda Basso Silvério, enviar um ofício à Prefeitura concordando com os critérios apresentados referentes aos protocolos a serem seguidos pelas academias e galerias para a retomada do funcionamento. Publicado em Diário Oficial, o decreto 17.258/2020 do Poder Executivo estabeleceu regras e restrições para a execução das atividades e requereu que as academias e galerias, que tivessem interesse em retornar ao funcionamento, enviassem um plano de trabalho indicando horários de atendimento, quantidade de pessoas a serem atendidas, formas de higienização e outras adequações às normas de prevenção à Covid-19.
Os estabelecimentos enviaram os planos, a Prefeitura os analisou e compactuou as principais medidas a serem adotadas. Em reunião com os representantes da associação ficou estabelecido que um termo de compromisso deve ser firmado por cada um dos interessados a retomarem as atividades para que cumpram com as determinações do decreto 17.258/2020. Essa prerrogativa foi requerida pelo Ministério Público, que também solicitou a intensificação da fiscalização da Prefeitura nesses locais que serão reabertos. A Prefeitura concordou com o pressuposto e os associados do AMEPIN do Shopping Popular se propuseram a assinar o termo para que na quinta-feira (30) o 'Paraguaizinho' volte ao funcionamento.
Na reunião estavam presentes ainda o secretário de Governo, Marcus Fabrízio Busato; o procurador-geral do município, João Paulo Deschk; o secretário da Fazenda, Cláudio Grokoviski; e o secretário extraordinário do Comitê de Emergência, Edgar Hampf. Os vereadores Rudolf Christensen e Daniel Milla também participaram.
Para o secretário extraordinário do Comitê de Emergência, a retomada gradual das atividades em vários setores segue uma agenda pautada, principalmente, pela segurança. "Estamos observando com cuidado os reflexos de cada movimento, para calibrar os próximos passos", afirma Edgar Hampf.
A volta de funcionamento do Shopping Popular deve atender aos critérios estabelecidos no decreto 17.275/2020, que propõe normas para as galerias comerciais, como: