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Professores definem greve por tempo indeterminado nesta quarta

Professores definem greve por tempo indeterminado nesta quarta
(Rodrigo Czekalski)
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COM ASSESSORIAS - O SINDUEPG (Seção Sindical dos Docentes da Universidade Estadual de Ponta Grossa) realiza nesta quarta-feira, 26 de junho, assembleia geral permanente para definir e iniciar greve por tempo indeterminado. A assembleia acontecerá no Observatório Astronômico, no Campus Uvaranas da UEPG. A primeira chamada será às 17h00 e a segunda às 17h30.

A pauta de reivindicações contempla causas da Universidade, como a rechaça à minuta da Lei Geral das Universidades (LGU), proposta pela Superintendência de Ciências e Tecnologia (SETI), do Governo Ratinho Junior, que enfraquece a autonomia das Universidades Estaduais; o arquivamento do PLC 04/2019, que prejudica direitos dos servidores estaduais; a anuência de concursos já realizados e abertura de novas vagas; além de reposição salarial de 17,04% de perdas de inflação desde o início de 2016, conforme o DIEESE.

Em nota, o Diretório Central dos Estudantes (DCE) também se manifestou em “total repúdio” à LGU, uma das principais reivindicações da greve do SINDUEPG.

Outras categorias já estão em greve desde o início da semana, reivindicando reposições salariais e outras causas de cada categoria. Segundo o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Paraná (APP Sindicato), aproximadamente 80% das escolas do estado já aderiram à greve parcial ou totalmente. Reposição salarial, cujas perdas se somam há mais de três anos, e o arquivamento do PLC 04/2019, que inviabiliza reajustes, promoções e progressões, fazem parte da pauta de reivindicações apresentada pela APP-Sindicato.

Os policiais civis realizaram na segunda-feira, 24 de junho, uma carreata com viaturas antigas em protesto por renovação da frota e reajuste salarial de cerca de 4,7%, congelado há quatro anos. Os policiais militares são impedidos de fazerem greve, mas prometem ações internas nos quartéis. Para esta categoria, a reposição é de 4,97%.

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