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Primeiro dia do II Festival Gralha Azul enfatiza importância da literatura paranaense

Primeiro dia do II Festival Gralha Azul enfatiza importância da literatura paranaense
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Reunindo autoras e ilustradoras paranaenses, público infantojuvenil e amantes da literatura, o II Festival Gralha Azul de Vivências Literárias teve início hoje (11), no Sesc Estação Saudade. O evento contou com 3 mesas redondas, ações do projeto “Chiquinho 16 anos” e atividades interativas, que exploram temas dos 12 livros publicados este ano pela Biblioteca Gralha Azul.

A primeira roda de conversa reuniu Ana Carla Bellon e Ivana Lemos, autora e ilustradora, respectivamente, da obra Esconde-esconde e Isabela Marques, ilustradora de Ser em tempo real. Dando continuidade, a autora Maria Regina Martins e a ilustradora Ana Kozuki falaram sobre a obra A magia das araucárias, enquanto a autora Adrielli Reis Andreatta participou de um diálogo sobre a obra A beleza da gentileza. Na terceira e última roda de conversa do dia, Márcia Széliga, ilustradora da obra As aventuras de Sato e o Menino Azul, compartilhou as inspirações para criação das imagens, juntamente com Luzia Izete da Silva e Jéssica Romero, que produziram a obra Cataratas, homens e deuses.

Para a escritora da obra Esconde-esconde, Ana Carla Bellon, ter a oportunidade de contato com o público que leu e ouviu o livro, é uma concretização do trabalho realizado e da identidade como autora. “É muito gratificante ver a realização do festival e esse ‘chegar a outras pessoas’, porque é isso que faz uma obra ser uma obra… Tocar de alguma forma”, afirma.

Isabela Marques, ilustradora de Ser em tempo real, está no início da carreira como artista, e conta que a mesa redonda foi uma grande oportunidade de compartilhar esse processo: “foi muito especial, porque eu nunca tinha vivido essa experiência, sou ilustradora iniciante, então ingressar dessa forma no mercado é uma honra”. Isabela ainda destaca que a temática da obra que ilustrou foi muito relevante e significativa para si, visto que leva a moral da história como algo na sua vida.

O primeiro dia do festival contou ainda com a palestra "Quando os Poetas Pensam a Educação", ministrada por Glória Kirinus, às 19h, no Sesc Estação Saudade. O evento teve a mediação de Neuza Helena Postiglione Mansani, da Academia de Letras dos Campos Gerais.

A programação retoma amanhã (12), às 13h30, com o projeto “Chiquinho 16 anos”, mais 3 rodas de conversa com autoras e ilustradoras, e a palestra “Literatura como comunicação lúdica” com Miguel Sanches Neto. As atividades interativas acontecem no local das 13h30 às 17h.

O II Festival Gralha Azul de Vivências Literárias é realizado com o apoio da Lei Municipal de Eventos Geradores de Fluxo Turístico, com o apoio da Continental do Brasil, SESC Estação, Academia de Letras dos Campos Gerais e Curso de Jornalismo da UEPG, através do Núcleo de Produção Audiovisual.

Vivências literárias

Além das rodas de conversa, durante toda a tarde o público pode participar de atividades interativas. As ações propostas são experiências interativas e educativas baseadas nas 12 obras literárias infanto juvenis, que abordam temas como meio ambiente, emoções, inclusão, uso consciente da tecnologia, mitologia indígena, gentileza e autoconhecimento. Por meio de jogos, desafios, atividades manuais e exposições, o público é convidado a se envolver com as histórias de forma lúdica, promovendo o aprendizado e a valorização da leitura. Várias escolas se organizaram e trouxeram alunos para participarem das atividades.

Projeto “Chiquinho 16 anos”

Durante o festival, também aconteceu o lançamento do “Chiquinho 16 anos”, do ilustrador Élio Chaves, um projeto aprovado pelo PROMIFIC - Programa Municipal de Incentivo Fiscal à Cultura, que propõe ações com caixas cenográficas, canções inéditas e contação de histórias interativa. O projeto celebra o personagem pontagrossense Chiquinho D’Alembebe, escrito por Marivete Souta, que também participou da atividade juntamente com Élio Chaves e a artista Cristina Donassolo.

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