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Opinião

Por uma política pública de qualificação profissional

Rudolf ‘Polaco’ Christensen, vereador do PPS e líder do Governo na Câmara Municipal de Ponta Grossa.

Por uma política pública de qualificação profissional
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COM ASSESSORIAS - Não é segredo que a falta de qualificação profissional (aliada à falta de experiência formal) pode ser descrita como um dos principais problemas na inserção no mercado de trabalho. Senti isso na pele durante o período em que dirigi a Agência do Trabalhador em Ponta Grossa e notei que, por muitas vezes, sobra disposição do cidadão que busca uma vaga, mas pode faltar condição financeira para arcar com um curso profissionalizante.

Várias escolas e instituições privadas oferecem cursos profissionalizantes – boa parte deles é pago. Por mais que o preço seja acessível, por vezes o custo daquele procedimento acaba impedindo a qualificação, atrasando a inserção no mercado de trabalho e gerando um ciclo vicioso que inclui problemas como o subemprego, baixa remuneração e, por último, a exclusão definitiva daquele cidadão do mercado de trabalho.

Por isso defendo que o acesso à qualificação profissional integre uma política pública em Ponta Grossa, com destinação de recursos efetiva. Com isso, a Agência do Trabalhador poderia oferecer cursos profissionalizantes para cidadãos que comprovarem baixa-renda – a ação tem caráter pedagógico ao profissionalizar e, ao mesmo tempo, oferecer inclusão social àquele cidadão que está à margem da sociedade.

Sou autor de um projeto de lei que prevê a reserva de 10% das vagas em cursos profissionalizantes para mulheres, vítimas de violência doméstica. O argumento é simples e pontual: muitas vezes o que prende essa vítima ao agressor é a dependência financeira. Com isso, profissionalizar vítimas de agressão representa o fortalecimento da independência destas mulheres.

Defendo ainda que os recursos investidos em profissionalização trarão economias em outros setores. Com mais possibilidade de acesso ao emprego, a expectativa é que se diminua a incidência da criminalidade em faixas etárias mais propícias – além de diminuir o custo com segurança reativa, por exemplo. É função do vereador pensar e encaminhar mecanismos que contribuam com a sociedade como um todo.

Diante desse cenário, quero levar esse debate ao Poder Executivo, estudando medidas colaborativas entre o Governo e a Câmara, para que possamos discutir e implementar ações nesse sentido. Em tempos de profunda crise política e diante de suas repercussões no mercado, é vital que o Estado não se exima de oferecer condições e oportunidades para o cidadão, principalmente o mais humilde.

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