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Opinião

Por igualdade, na política e no futebol

Vinícius Camargo - Vereador e presidente municipal do Partido da Mulher Brasileira (PMB).

Por igualdade, na política e no futebol
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COM ASSESSORIAS - Durante a semana testemunhamos mais um lamentável caso de assédio contra uma mulher. Dessa vez, a vítima foi a jornalista e assessora do Operário Ferroviário, Bianca Machado - o incidente aconteceu após o fim da partida entre o Fantasma e o Iraty. No papel de presidente municipal do Partido da Mulher Brasileira (PMB) e como defensor da igualdade entre homens e mulheres, nas diversas esferas da vida social, não poderia de deixar de me posicionar sobre o tema.

O debate sobre esse lamentável incidente deve começar com um elogio ao trabalho realizado por Bianca na assessoria do Operário - em um ambiente tão masculinizado e, por vezes, machista, ela conquistou espaço com trabalho competente e sério no clube. Com isso, as ofensas e o assédio verbal protagonizados por parte da torcida do Iraty se configuraram como um fato inaceitável socialmente.

A inclusão da mulher em pé de igualdade nas diversas atividades (sejam elas profissionais ou políticas) é uma bandeira do PMB, partido que presido. Desde que assumi o mandato na Câmara de Vereadores de Ponta Grossa, tenho defendido políticas que contribuam com a igualdade entre gêneros e, mais que isso, combatam o preconceito e o machismo ainda existentes.

Diante disso, faço questão de lembrar que a mulher tem conquistado à duras penas espaço nas diversas atividades, entre elas a política e o futebol - dois espaços historicamente machistas e preconceituosos. No esporte, representantes do sexo feminino tem mostrado sua valia (a auxiliar do próximo jogo entre Iraty e Operário é uma mulher, inclusive). Já na política, o caminho é mais longo e árduo.

A representação feminina ainda está muito aquém do que seria ideal - na Câmara, por exemplo, temos apenas uma mulher ocupando uma das 23 cadeiras. As políticas públicas de inclusão feminina ainda não se mostraram eficientes: mesmo com uma lei que resulta na participação de todos os gêneros em pleitos, as candidaturas femininas (mesmo existentes) ainda não se tornaram competitivas no jogo regular eleitoral.

Por isso, reafirmo aqui meu compromisso em seguir lutando pela inclusão efetiva da mulher, seja na política, no futebol e nas demais áreas. O PMB é um partido que carrega no nome essa bandeira e também está preocupado com a garantia do direito constitucional de igualdade nas diversas esferas da vida em sociedade. Devemos combater o assédio e o preconceito contra as mulheres, no futebol e na política.

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