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Segurança

Policiais femininas passam a integrar Pelotão de Choque e equipe Motos em Ponta Grossa

Policiais femininas passam a integrar Pelotão de Choque e equipe Motos em Ponta Grossa
(Divulgação/Polícia Militar)
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COM ASSESSORIAS - Fundado em 2011, o Pelotão de Polícia de Choque pertencente ao 1º Batalhão de Polícia Militar, em Ponta Grossa, neste ano passou a contar com a sua primeira Policial Feminina.

Após 8 anos desde sua fundação, o último processo de seleção para ingresso no Pelotão de Choque que ocorreu este ano contou com a convocação de 7 policiais do serviço ordinário, e dentre estes a Soldado Karoline Louise Taborda. Ao final de um estágio de 50 dias recebendo instruções teóricas e práticas, a mesma foi efetivada e hoje integra a equipe Choque.

Com a efetivação dentro do pelotão, a mesma foi destacada para a equipe K9, onde trabalha com o treinamento de cães para atividade policial. “O cão não chega pronto. É necessária uma rotina de treino diário para que ele possa estar apto a demanda do serviço (...). E por mais que cada cão tenha o seu condutor, ele não é adestrado sem que haja um trabalho em equipe”, conta a Soldado Taborda.

Quando questionada sobre ser a pioneira nesse tipo de policiamento na cidade, ela destaca: “Tenho certeza que dando o pontapé inicial a porta se abrirá para mais mulheres pertencerem ao Pelotão de Choque do Primeiro Batalhão”.

E não apenas no Pelotão de Choque é que as mulheres estão sendo pioneiras. A 1ª Companhia, a qual é responsável pelo patrulhamento ostensivo dentro da cidade de Ponta Grossa, também possui uma equipe destacada para o atendimento de ocorrências com viaturas motocicletas. Com um efetivo predominantemente masculino, a equipe recebeu no último mês a Soldado Kerollen Rudnik Hul.

Rudnik conta que sempre foi seu desejo fazer parte da equipe motos, visto que tem uma afinidade para pilotar motocicletas. Além disso, destaca a importância de policiais femininas no serviço desempenhado: “O que percebi trabalhando na equipe de motociclistas, foi a satisfação dos companheiros de serviço em ter uma policial feminina, pois o foco do serviço operacional são as abordagens, as quais para ter mais efetividade necessitam de policiais femininas”.

Para finalizar, a Sd. Rudnik deixa o recado, “Fazer parte da Corporação Polícia Militar é ter consciência de que somos minoria, contudo somos tão capazes de exercer as funções quanto os homens”.

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