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Polícia investiga professor de matemática suspeito de assédio e importunação sexual contra alunas, em Ponta Grossa

Segundo delegada, alunas registraram denúncias formais contra o professor, que foi afastado; estudantes do Colégio Estadual Frei Doroteu de Pádua protestaram, nesta quinta-feira (21)

Polícia investiga professor de matemática suspeito de assédio e importunação sexual contra alunas, em Ponta Grossa
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A Polícia Civil investiga um professor de matemática suspeito por assédio e importunação sexual contra alunas, em uma escola de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná.

Conforme a polícia, alunas do Colégio Cívico-Militar Frei Doroteu de Pádua denunciaram o caso relatando, entre outras situações, que o professor chegou a passar a mão no corpo delas durante as aulas.

As alunas procuraram a direção da escola, que informou que ouviu os relatos e acionou uma unidade do Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria) e o Nucleo Regional de Educação.

A delegada Ana Paula Cunha Carvalho, que apura o caso, disse que ouviu as alunas e que pelo menos três delas decidiram denunciar formalmente o professor.

"Relatam que o professor tinha o costume de dar uma atenção muito maior às alunas, obviamente, do sexo feminino, que ele lançava olhares para elas e que, às vezes, até dizeres que constrangiam as meninas. Elas relatam também alguns toques no corpo", disse.

Segundo a delegada, os relatos das estudantes "demonstram efetivamente a prática de crimes de assédio sexual e importunação sexual praticado pelo investigado, o qual deverá ser interrogado nos próximos dias".

Uma das alunos, conforme relatado pela polícia, contou que, em uma das situações, foi chamada em frente às carteiras da sala durante a chamada dos alunos e que, enquanto ela fazia a chamada, o professor passou a mão no corpo dela, em frente aos colegas de turma.

Ainda de acordo com a delegada, o professor possui "histórico da prática de crimes da mesma natureza", com denúncias de outros casos entre 2005 e 2013.

O nome do suspeito não foi divulgado pela polícia, pela escola e nem pelo Núcleo Regional de Educação. O profissional foi afastado das atividades.

A Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (Seed) informou que o Núcleo Regional instaurou inquérito administrativo para apurar o caso.

Protesto

Nesta quinta-feira (21), alunos do colégio onde os casos foram denunciados protestaram em frente ao Núcleo Regional de Educação. Parte dos estudantes vestia roupas pretas em manifestação para pedir providências.

O Núcleo informou que repassou a situação à Seed e que aguarda o processo administrativo aberto pela secretaria para averiguar o que aconteceu.

O professor deve permanecer afastado e não deve retornar às atividades até que a apuração seja finalizada, conforme a o NRE.

Denúncias

De acordo com a delegada, existe a possibilidade de que o número do registro de vítimas de assédio ou importunação sexual no colégio aumente, considerando o histórico do professor investigado.

"Se alguém foi vítima, é importante que busque o Nucria, que formalize a denúncia, para que a gente possa averiguar essas situações", destacou a delegada.

As denúncia podem ser feitas pelos canais da Central de Atendimento à Mulher (180), pela Polícia Civil, Polícia Militar (PM) ou outros meios. Veja a lista completa.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP-PR), a importunação sexual foi tipificada como crime em 2018. O Código Penal determina que se enquadram no crime todas as situações em que há um ato libidinoso praticado contra alguém, sem a autorização da vítima, a fim de satisfazer desejo próprio ou de terceiro.

Fonte: G1

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