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Polícia alerta população sobre golpes virtuais durante a pandemia

Pessoas têm criado sites falsos, semelhantes aos de instituições oficiais. Em geral, as vítimas são assediadas através de mensagens de celular, WhatsApp, email ou postagem em mídias sociais com links maliciosos. Nesses casos, a vítima não deve clicar no link

Polícia alerta população sobre golpes virtuais durante a pandemia
(Divulgação/AENPr)
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AEN/PR - A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre golpes virtuais que estão sendo aplicadosdurante a pandemia da Covid-19. A intenção é obter informações das vítimas como dados bancários, senhas e informações de cartões de crédito.

A PCPR orienta que nenhuma informação seja fornecida pela internet sem que se tenha certeza sobre a confiabilidade do website. O usuário também deve desconfiar de ofertas gratuitas.

Os golpistas têm criado sites falsos, semelhantes aos de instituições oficiais. Em geral, as vítimas são assediadas através de mensagens de celular, WhatsApp, email ou postagem em mídias sociais com links maliciosos. Nesses casos, a vítima não deve clicar no link.

Tipos de golpe

De acordo com o diretor do dfndr lab, Emilio Simoni, os cibercriminosos utilizam acontecimentos de grande repercussão para tornar o ataque mais verídico. “Alguns golpes se aproveitam de ações reais que grandes empresas e o governo estão realizando para enfrentar o coronavírus, como a doação de álcool em gel e pagamento de benefícios à população”, explica Simoni, que acredita no aumento do número de ataques e de vítimas nos próximos dias.

É um exemplo o suposto programa de “Auxílio Cidadão 2020”, que alega que trabalhadores autônomos e pessoas de baixa renda têm direito a uma espécie de “auxílio coronavírus” de R$ 200 mensais. Para isso, a vítima teria que fazer cadastro em um site que é, na verdade, um link malicioso.

Outras mensagens que circulam nas redes sociais contém fake news sobre a situação da pandemia do novo coronavírus. Segundo pesquisa do dfndr lab, cerca de 42,5 milhões de brasileiros já receberam ou acessaram notícias falsas sobre a Covid-19. Para 43,2% dos entrevistados, o WhatsApp é o principal vetor para os boatos.

O mensageiro tem tomado medidas para evitar desinformação no aplicativo, como o lançamento de um site exclusivo para informações sobre o novo coronavírus. Além disso, a versão beta do WhatsApp anunciou  testes de uma ferramenta para pesquisar diretamente no Google o texto de mensagens frequentemente encaminhadas. O objetivo do recurso é permitir que os próprios usuários possam conferir a veemência das informações muito repassadas no aplicativo.

*com informações do Tech Tudo

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