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Pedreiro some após sair para comprar imóvel no Paraná: desaparecimento completa um mês sem paradeiro do homem

Polícia acredita que Marlon Adrian Souza da Silva, de 33 anos, foi morto após descobrir golpe. Suspeito do crime foi preso dois dias depois. g1 tenta identificar defesa dele.

Pedreiro some após sair para comprar imóvel no Paraná: desaparecimento completa um mês sem paradeiro do homem
(Foto: Cedida pela Polícia Civil)
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O desaparecimento de Marlon Adrian Souza da Silva, morador de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, completa um mês nesta quarta-feira (1). O pedreiro sumiu após sair de casa na manhã do dia 1º de setembro, uma segunda-feira, para comprar um imóvel. Desde então, não foi mais visto e não recebeu mais mensagens ou ligações no celular.

Um homem de 38 anos é suspeito de ter matado o pedreiro. Ele foi a última pessoa a ser vista com Marlon, e o delegado Luiz Gustavo Timossi afirma que era ele quem estava fazendo a venda falsa do imóvel. O policial afirma que ambos se conheciam, e acredita que o pedreiro foi morto após descobrir ser vítima de golpe.

O suspeito foi preso dois dias após Marlon sumir. No entanto, um mês depois do desaparecimento, ainda não há indícios sobre o paradeiro do pedreiro.

Entre os pontos que levam a polícia a acreditar que o homem foi assassinado pelo suspeito, estão o fato de que, segundo Timossi, o detido mentiu sobre onde estava no dia do desaparecimento.

O nome do suspeito não foi revelado e o g1 tenta identificar a defesa dele. A Polícia Civil ressalta que não pode repassar a identidade de pessoas presas e/ou investigadas devido à lei de abuso de autoridade.

Para a família de Marlon, o sentimento é um misto de angústia e de ansiedade por respostas. Em entrevista concedida recentemente à RPC, afiliada da TV Globo no Paraná, a mãe e a esposa do homem afirmam acreditar - e esperar - que ele esteja vivo.

Elas também comentaram que a negociação da casa, que era um sonho para a família, acabou se tornando um pesadelo.

"Ele era uma pessoa muito boa, um excelente marido e como pai também, muito bom. Essa casa era pra nós morarmos com a nossa filha... era um sonho, para a gente viver bem, feliz, e destruíram isso", disse a esposa, que é casada há 12 anos com Marlon.

O delegado Luis Gustavo Timossi afirma que o pedreiro saiu de casa por volta das 11h, com dinheiro em espécie, para pagar uma suposta taxa da compra de um imóvel. Uma testemunha viu que, nesse momento, ele estava com o suspeito, mas o policial acredita que o suspeito achou que tinha passado despercebido.

Segundo Timossi, o suspeito voltou para a casa do pedreiro por volta das 13h, dizendo para a esposa de Marlon que foi buscá-lo para fazer o pagamento. A mulher ficou desconfiada, sem conseguir contatar o marido, e ainda durante a tarde procurou a polícia e relatou o desaparecimento.

Ao ser interrogado, o suspeito confirmou que estava com Marlon, mas disse que o deixou em um ponto de venda de drogas. Devido às contradições, os policiais acessaram os dados da tornozeleira eletrônica dele e verificaram que, após sair da casa do pedreiro, ele o levou para a residência do próprio irmão.

A casa foi alvo de um mandado de busca e apreensão. Segundo Timossi, no local foram encontrados indícios de fogueira - que, para o policial, pode ter sido feita para extinguir provas - e também substâncias que parecem sangue. Amostras parecidas também estavam no carro do suspeito, e todas foram enviadas à perícia para confirmação.

Denúncias

Quem tiver informações sobre o desaparecimento ou o paradeiro de Marlon Adrian Souza da Silva pode entrar em contato com a polícia pelos seguintes telefones:

  • WhatsApp da delegacia de Ponta Grossa: (42) 3219-2770

  • Telefone da Polícia Civil: 197

  • Telefone do Disque Denúncia: 181

  • Telefone da Polícia Militar: 190


"As informações serão tratadas com absoluto sigilo", garante o delegado.

Fonte: g1

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