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O novo mercado de TI investe em cultura humanizada, inclusão e diversidade

Valorização de profissionais trans, não-binários, com mobilidade reduzida, mulheres e negros contribuiu para entregas criativas e o fortalecimento da LabSit

O novo mercado de TI investe em cultura humanizada, inclusão e diversidade
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oltados para o bem-estar da equipe e inconformados com a maneira como o mercado de tecnologia lida com os colaboradores, a desenvolvedora de softwares Labsit investe em cultura humanizada, inclusão e diversidade no setor de TI. O ambiente de trabalho seguro e sem preconceitos contribui para entregas mais ágeis e profissionais interessados em crescer na empresa.

Em meio aos desafios do mercado, a startup oferece vagas afirmativas para pessoas negras, transgêneros, não-binários e com deficiência (PCDs). Além disso, 35% do time é composto por mulheres em funções estratégicas. As ações voltadas para a valorização corporativa e pessoal aumentaram o desempenho da equipe e fez a Labsit faturar R$33 milhões em 2021.

A especialista em Talent da Labsit, Jaqueline Moura, explica que, para realizar um processo seletivo inclusivo, conta com auxílio de profissionais experientes em recrutamento e seleção de vagas afirmativas. “Queremos diminuir o viés inconsciente e priorizar a contratação de pessoas que representam os marcadores sociais. Um exemplo disso foi na nossa última turma do Programa Transformers, em que tivemos a contratação de mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e LGBTPQIA+", explica.

Sem julgamentos

Foi pela plataforma TransEmprego que o analista e desenvolvedor de sistemas, Felipe Araújo, 22, encontrou a vaga para o Programa Transformers. Realizado pela Labsit, a iniciativa oferece aprendizado, suporte e imersão para estudantes ou profissionais no início da carreira. Durante seu processo de transição de gênero, Araújo passou por situações desagradáveis, mas foi na área de TI que conseguiu realizar o sonho de ser quem é.

“Procurei emprego em empresas que oferecessem vagas afirmativas. Foi quando encontrei o Programa Transformers, fiz o teste lógico que é focado na área e passei. De início, achei que poderia ter algum desconforto, mas recebi um acolhimento muito legal desde os gestores, mentores e toda a equipe. Isso tem me feito muito bem, pois com o emprego, tive condições de iniciar minha transição”, conta.

Quem também participa desse mesmo programa é a designer e publicitária Jéssica Fernandes, 30, que conheceu a Labsit após migrar para a área de TI. Com uma deficiência na mão direita, Fernandes diz que sua condição nunca a impediu de realizar suas atividades profissionais e ficou surpresa ao perceber a maneira como a empresa lida com as individualidades de cada pessoa.

“As conversas, a participação de especialistas e as ações em prol da quebra de preconceitos são pontos que eu não via no ambiente de trabalho. Em outras empresas, não tinha abertura para falar da minha deficiência e aqui posso ser quem eu sou sem ter ninguém chorando ou me tratando de forma especial. Isso mostra que a empresa está educando os funcionários”, comenta.

Ações

A indústria de TI demanda cerca de 70 mil vagas por ano e mais de 1 milhão de oportunidades para serem preenchidas, segundo dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. É nesse cenário que a empresa com o Selo GPTW (melhores lugares para se trabalhar) avalia em suas contratações o requisito profissional aliado à história de vida do candidato.

“Abrir espaços igualitários é importante para conscientizar a empresa sobre assuntos de interesse social, como diversidade e inclusão. Quanto mais pessoas diferentes exercendo funções estratégicas, melhor é o resultado do trabalho. Na área de TI, esse movimento tem sido crucial para o crescimento”, afirma o cofundador da Labsit, Michel Lopes.

Pensando na qualidade de vida da equipe, a startup criou diferentes canais, seja de bate papo, para jogar games, aprender línguas, de estudos, áreas de atuação e estados. Também criou salas de happy hour e músicas. Realizam conversas sobre gêneros, LGBTPQIA+, paternidade, feminismo etc. Empresas como Funcional HealthTec, Conductor, Dotz e Banco BMG são alguns dos clientes da marca.

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