Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Segurança

Nos 14 anos da Lei Maria da Penha, violência doméstica registra aumento de 40%

Durante a pandemia, os casos de violência doméstica registrados superam drasticamente os números de anos anteriores

Nos 14 anos da Lei Maria da Penha, violência doméstica registra aumento de 40%
(Foto: Divulgação)
Publicidade
COM ASSESSORIAS - Neste mês de agosto, a Lei Maria da Penha, lei que cria mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, completa 14 anos de existência. Além de ser um importante avanço normativo no combate à violência, a lei também serve para dar maior visibilidade ao tema, protegendo todas as pessoas que se identificam com o sexo feminino, sendo heterossexuais ou homossexuais.



"Em nossa sociedade, com base patriarcal, a violência no contexto das relações domésticas é um fenômeno histórico-social que se faz presente em todas as classes sociais e se expressa de diversas formas, seja moral, física, psicológica, patrimonial ou sexual", explica Isabel Grimm, Coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Governança e Sustentabilidade do ISAE Escola de Negócios. "Muitas mulheres vitimizadas não denunciam por dependência emocional e financeira, vergonha, medo ou até mesmo falta de apoio efetivo para as vítimas no âmbito privado e público", diz.



Segundo o Mapa da Violência (2015), que comparou o número de homicídio de mulheres no Brasil nos períodos anterior e posterior a Lei, é possível verificar que nos anos antecedentes o crescimento do número de homicídios de mulheres foi de 7,6% ao ano. Já no período de 2006/2013, com a vigência da Lei, o crescimento do número de homicídios caiu para 2,6% ao ano. No entanto, a violência doméstica teve um grande aumento na pandemia, chegando a 40% casos a mais que nos anos anteriores.



"Ser mulher no Brasil é um risco", afirma Maria Rassy Manfron, advogada da área da família. O país, conforme dados do último Mapa da Violência, ocupa a lastimável 5ª posição entre uma lista de 83 países classificados pela Organização Mundial da Saúde. Contudo, embora a Lei Maria da Penha preveja ações educativas e culturais que estimulem atitudes de igualdade e valores éticos à diversidade de gênero, temos um longo caminho a percorrer. "Além da esfera federal, precisamos urgentemente de políticas públicas que respeitem as características locais. Precisamos corrigir as deficiências e fortalecer o que é realmente eficaz. Afinal, a violência contra a mulher é uma violação dos direitos humanos", completa Manfron.

Compartilhe:

Leia também

Homem morre após ser atropelado por diversos veículos em ponto sem iluminação de trecho urbano da BR-376 no PR, diz PRFAcidente aconteceu de noite de ainda deixou motociclista com ferimentos graves. Polícia está investigando o caso e tentando identificar todos os veículos envolvidos. g1 questionou concessionária CCR PRVias se há melhorias previstas no trecho e aguarda resposta.
Publicidade

Mais Lidas

Genro e sogro são presos por matarem ex-namorado da filha no Paraná

Nova sede do CAPS “Vovó Tonica” é entregue à população

Prefeitura de Castro divulga inscrições homologadas e locais de prova do concurso público

Agência do Trabalhador oferece vagas para trabalho em escolas municipais

Prefeitura de Ponta Grossa apresenta candidatas ao Concurso da Rainha da  Fesuva 2026

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia
Nos 14 anos da Lei Maria da Penha, violência doméstica registra aumento de 40% | Correio dos Campos