Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologiaGuia Comercial
Cultura & EventosEsportesGeralObituárioPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaGuia Comercial
Publicidade
Geral

Mais de 4 mil inadimplentes terão dívidas executadas

Procuradoria Geral do Município ingressará com mais 4.500 ações de execução fiscal referentes a inadimplência com IPTU e Taxa de Lixo.

Mais de 4 mil inadimplentes terão dívidas executadas
Publicidade
IMPRENSA/Ponta Grossa - A Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, através da Procuradoria Geral do Município, está protocolando 4.500 ações de execução fiscal, referentes à inadimplência de contribuintes com o pagamento de IPTU e Taxa de Lixo. Os valores, que não foram pagos entre os anos de 2014 e 2017, podem chegar a R$ 16 milhões.

“Desde o último ano, o Município vem buscando estratégias para recuperar os valores não pagos, dentro da linha de Justiça Fiscal, apenas cobrando o que é justo a ser recebido. Em 2017, por exemplo, deixamos de receber mais de R$ 60 milhões. Um valor que poderia ter colaborado com o equilíbrio financeiro da Prefeitura, além de permitir ações como a construção de 40 escolas, a conclusão do Parque de Olarias ou 30 grandes obras, como as ligações interbairros e a trincheira da Ernesto Vilela”, aponta o procurador geral, Marcus Freitas.

Com a emissão das Certidões de Dívida Ativa e o ingresso das ações, o trâmite para recuperação dos valores devidos é rápido. “Com a execução fiscal, o contribuinte inadimplente é citado pela justiça e ainda tem prazo para regularizar, mas caso não se manifeste, pode ter os bens bloqueados. Pode haver a penhora de imóvel, veículo e até valores em conta que estiverem em nome do devedor. Além das execuções fiscais, algumas ações neste lote serão encaminhadas para protesto, o que deixa o nome do contribuinte ‘negativado’”, explica Freitas.

Como as ações de execução fiscal e protesto estão englobando dívidas de 2014 a 2017, é importante que os contribuintes procurem a Prefeitura para regularizar a dívida antes que sejam citados em algum dos processos. “O Município continua com o programa permanente de parcelamento, em até 48 meses e entrada de 30%”, lembra o procurador.

Etapas

1º. Ação de execução fiscal protocolada;
2º. Contribuinte recebe citação judicial;
3º. Próprio contribuinte deve ir ao Fórum pagar as custas judiciais ;
4º. Prazo de cinco dias para regularização da dívida (à vista ou 40 meses);
5º. Processo de execução fiscal é suspenso até quitação da dívida;
6º. Processo é suspenso.

Aumento

A Procuradoria Geral do Município (PGM) fechou o balanço de ações de execução fiscal realizadas em 2017, identificando um aumento de 150% na arrecadação em comparação com o ano de 2016. Em 2017, com a incorporação do setor de Dívida Ativa à PGM e o desenvolvimento de ações em busca da justiça fiscal, a Procuradoria conseguiu recuperar mais de R$ 10 milhões devidos ao Município em ações ajuizadas, frente ao pouco mais de R$ 4 milhões recuperados em 2016. Atualmente, estão em andamento 38 mil processos de execução fiscal.

Compartilhe:

Leia também

Prefeitura publica adendo à Chamada Pública nº 7/2025 sobre jornada de serviços médicos
Publicidade

Mais Lidas

Genro e sogro são presos por matarem ex-namorado da filha no Paraná

Nova sede do CAPS “Vovó Tonica” é entregue à população

Prefeitura de Castro divulga inscrições homologadas e locais de prova do concurso público

Agência do Trabalhador oferece vagas para trabalho em escolas municipais

Prefeitura de Ponta Grossa apresenta candidatas ao Concurso da Rainha da  Fesuva 2026

Categorias

Agronegócio & EconomiaCultura & EventosEmprego & QualificaçãoEsportesGeralObituárioOpiniãoPolíticaPublicação LegalSaúdeSegurançaSem categoriaTecnologia

Cidades

  • Arapoti
  • Carambeí
  • Castro
  • Correio REGIONAL
  • Geral
  • Jaguariaíva
  • Palmeira

Categorias

Redes Sociais

Hospedado por CloudFlash
Desenvolvido por Flize Tecnologia