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Segurança

Justiça aceita denúncia, e motoqueiro que deu tapa em nádega de mulher na calçada vira réu por importunação sexual e lesão corporal

Caso aconteceu em Ponta Grossa e foi registrado por câmera de segurança; homem caiu da moto logo após agressão. Motoqueiro prestou depoimento e foi liberado.

Justiça aceita denúncia, e motoqueiro que deu tapa em nádega de mulher na calçada vira réu por importunação sexual e lesão corporal
(Foto: Reprodução)
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Virou réu na Justiça o motoqueiro que deu um tapa nas nádegas de uma mulher em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. Conforme denúncia do Ministério Público (MP-PR), ele vai responder por importunação sexual e lesão corporal.

O caso aconteceu em 31 de janeiro deste ano e foi registrado por uma câmera de segurança. A vítima, de 35 anos, fez boletim de ocorrência e o suspeito acabou identificado.

De acordo com o delegado Maurício Souza da Luz, o homem de 32 anos prestou depoimento e admitiu o crime, mas acabou liberado porque não estava em período de flagrante.

O nome dele não foi divulgado até a publicação desta reportagem.

Somadas, as penas previstas para os crimes podem chegar a seis anos de prisão.

Vítima ficou sem reação

A vítima contou à RPC como tudo aconteceu. Ela voltava da academia no momento do crime. A mulher preferiu não ser identificada.

"A hora que eu percebi, ele já estava em cima de mim, realmente né? Senti a dor no momento, não sabia se tinha sido um assalto ou realmente uma importunação.Eu fiquei totalmente sem reação. Não tive reação nenhuma, só gritei com ele, falei que era um absurdo."

Nas imagens divulgadas pela polícia é possível ver que o suspeito passa uma vez pela rua, antes do crime. Segundo a investigação, ele percebe que não há movimento, retorna e apalpa a vítima. Assista abaixo.

"Em nenhum momento uma mulher dá o direito de um homem chegar perto de você e fazer isso que ele fez, né?", afirmou a vítima.

Importância do boletim

A Polícia Civil reforça que toda vítima de crime de importunação sexual ou semelhante deve procurar uma delegacia e fazer o registro do Boletim de Ocorrência. Para casos de violência doméstica, também é possível realizar um registro online, na Delegacia Eletrônica.

Fonte: G1

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