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Instabilidade sobre acordo com Irã eleva preço do barril de petróleo

Instabilidade sobre acordo com Irã eleva preço do barril de petróleo
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AGÊNCIA BRASIL - O preço do petróleo Brent - cotação do chamado petróleo do Mar do Norte - chegou hoje (7) a US$ 75,71, subida histórica porque, desde de novembro de 2014, não ultrapassava US$ 70 por barril.

A imprensa especializada em economia em Londres e nos Estados Unidos afirma que a alta preocupa os investidores, e está relacionada ao temor de que o presidente Donald Trump abandone o acordo nuclear com o Irã. Foi o acordo multilateral de 2015 que permitiu que o governo iraniano exportasse mais petróleo bruto, aliviando a pressão sobre os preços.

A subida foi de quase 1%. Algumas previsões afirmam que novas sanções ao Irã poderiam prejudicar o fornecimento global de petróleo. Analistas entrevistados pela CNN Money afirmam que um rompimento no acordo com o Irã e a crise na Venezuela - outro grande produtor - poderiam rapidamente levar o preço do barril Brent a ultrapassar os US$ 80 em um curto espaço de tempo.

Reflexo

O petróleo cru Brent ganhou este nome porque antigamente ele era extraído de uma Base Shell e hoje o nome indica que o óleo sai do Mar do Norte, sendo vendido na Bolsa de Londres. A cotação do petróleo Brent é um importante indicador para os mercados da Europa e Ásia.

Outra cotação avaliada pelos mercados é a do petróleo WTI, que vem do nome West Texas Intermediate. O Texas é estado com maior produção de petróleo nos Estados Unidos. O WTI é negociado em Wall Street, na Bolsa de Valores de Nova York, e é a referência para o mercado norte-americano.

O WTI geralmente é mais caro que o petróleo Brent, e abastece o mercado interno, um dos maiores consumidores de combustíveis fósseis do mundo.
No mercado interno nos Estados Unidos a população já sente diferença de preços no combustível que chega ao consumidor final. Desde o início do ano, a gasolina subiu em média 16%.

A alta de preços interna decorre da baixa de estoques no país. Crises políticas como a do Irã e da Venezuela pressionam também outros mercados na América do Sul e o preço pago pelo consumidor brasileiro.

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