Indústria chinesa confirma instalação de unidade em Ponta Grossa
Grupo Pingle anunciou o investimento durante a viagem do prefeito e secretário municipal à China.

MILLENA SARTORI/Ponta Grossa - Desde a última semana o prefeito Marcelo Rangel e o secretário de Indústria, Comércio e Qualificação Profissional, Paulo Carbonare, estiveram em viagem oficial na China para apresentar o município ao Grupo Pingle, que fabrica máquinas para moagem de trigo. O deslocamento foi um retorno para a visita técnica realizada por uma equipe da empresa à Ponta Grossa, que estava sendo cotada como a cidade-sede da primeira unidade da chinesa no ocidente – investimento confirmado pelos executivos da companhia.
“Como as relações deles são baseadas em confiança, nossa viagem foi crucial para a confirmação da vinda da empresa para a nossa cidade”, contou Rangel em uma coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje (6), onde apresentou a carta oficial escrita pela equipe chinesa que detalha o investimento.
Ponta Grossa foi confirmada como a base da Pingle na América Latina e a sexta unidade do grupo no mundo. O valor inicial do empreendimento deverá de ser U$ 1 milhão para a locação de um espaço que dará início à montagem dos equipamentos. Conforme explica o secretário Carbonare, esta primeira base deverá começar a atender os clientes já existentes. “A Pingle atua no Brasil há cerca de 10 anos operando diretamente da China, e já deverá direcionar os seus cerca de 35 clientes a partir de Ponta Grossa”, ressalta Paulo Carbonare, destacando que posteriormente será construída uma estrutura no Distrito Industrial em um terreno de 20 mil metros quadrados.
“Como as relações deles são baseadas em confiança, nossa viagem foi crucial para a confirmação da vinda da empresa para a nossa cidade”, contou Rangel em uma coletiva de imprensa realizada na tarde de hoje (6), onde apresentou a carta oficial escrita pela equipe chinesa que detalha o investimento.
Ponta Grossa foi confirmada como a base da Pingle na América Latina e a sexta unidade do grupo no mundo. O valor inicial do empreendimento deverá de ser U$ 1 milhão para a locação de um espaço que dará início à montagem dos equipamentos. Conforme explica o secretário Carbonare, esta primeira base deverá começar a atender os clientes já existentes. “A Pingle atua no Brasil há cerca de 10 anos operando diretamente da China, e já deverá direcionar os seus cerca de 35 clientes a partir de Ponta Grossa”, ressalta Paulo Carbonare, destacando que posteriormente será construída uma estrutura no Distrito Industrial em um terreno de 20 mil metros quadrados.
O número de empregos que serão gerados e o investimento total deverão ser divulgados em setembro em uma nova visita do grupo de executivos ao Brasil, que aproveitarão um encontro nacional relacionado à produção de trigo para visitar Ponta Grossa e assinar o protocolo de intenção da implantação da indústria.
“A empresa é a maior do setor naquele país, e irá somar ainda mais na economia de toda a nossa região, que já tem um caráter moageiro”, aponta Rangel, que também conta que na China a Pingle possui cerca de 1.200 empregos diretos.
Além do prefeito e do secretário municipal também integraram a comitiva de Ponta Grossa representantes de sete empresas da região, que aproveitaram a agenda da dupla da administração municipal para trocar informações e auxiliar na apresentação da economia dos Campos Gerais.
Cenário econômico
Um dos atrativos de Ponta Grossa para a Pingle é o agronegócio e o giro de mercado do setor moageiro da região e do estado. Um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) de 2015 que analisou o panorama do setor de trigo aponta que o estado dispõe de 96 empresas de moagem, gerando cerca de 4 mil empregos.
Já em relação ao setor industrial de Ponta Grossa, no exercício de 2016, o valor adicionado da indústria - que mostra a performance dos negócios no contexto local e no crescimento da região - foi referente a R$ 4,6 bilhões; hoje, o parque industrial do município é o maior do interior do estado.
“A empresa é a maior do setor naquele país, e irá somar ainda mais na economia de toda a nossa região, que já tem um caráter moageiro”, aponta Rangel, que também conta que na China a Pingle possui cerca de 1.200 empregos diretos.
Além do prefeito e do secretário municipal também integraram a comitiva de Ponta Grossa representantes de sete empresas da região, que aproveitaram a agenda da dupla da administração municipal para trocar informações e auxiliar na apresentação da economia dos Campos Gerais.
Cenário econômico
Um dos atrativos de Ponta Grossa para a Pingle é o agronegócio e o giro de mercado do setor moageiro da região e do estado. Um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) de 2015 que analisou o panorama do setor de trigo aponta que o estado dispõe de 96 empresas de moagem, gerando cerca de 4 mil empregos.
Já em relação ao setor industrial de Ponta Grossa, no exercício de 2016, o valor adicionado da indústria - que mostra a performance dos negócios no contexto local e no crescimento da região - foi referente a R$ 4,6 bilhões; hoje, o parque industrial do município é o maior do interior do estado.
