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Segurança

Homem é condenado a 11 anos de prisão por arrastar e matar idoso atropelado, em Ponta Grossa

Caso aconteceu em 2014, quando vítima atravessava rua na faixa de pedestres. Júri popular ocorreu nesta terça (10). Família da vítima considerou justa condenação.

Homem é condenado a 11 anos de prisão por arrastar e matar idoso atropelado, em Ponta Grossa
Homem foi condenado por homicídio qualificado. (Foto: Reprodução/RPC)
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Um homem foi condenado a 11 anos de prisão em regime fechado por matar um idoso após atropelar e arrastá-lo por mais de 500 metros em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O júri popular ocorreu nesta terça-feira (10).

Eder de Andrade foi condenado por homicídio simples, e teve elevação de pena por conduta, antecedente e circunstância. Ele poderá recorrer da decisão em liberdade, uma vez que respondeu ao processo nesta condição.

O caso aconteceu em 2014, quando a vítima atravessava uma faixa de pedestre. Depois do atropelamento, Eder de Andrade abandonou o veículo e fugiu do local do acidente sem prestar socorro.

Ele chegou a afirmar à polícia que não estava na condução da caminhonete no acidente pois havia sido vítima de um assalto armado e era mantido refém no veículo, mas nesta terça, durante o julgamento, ele confessou o crime.

Essa foi a primeira vez que Eder falou depois de dar a primeira versão à polícia. Ele pediu desculpas à família.

Por meio do advogado Rudolf Christensen, a família da vítima disse estar satisfeita com o resultado. O assistente de acusação afirmou que agora aguarda as próximas etapas do processo.

O G1 tenta contato com a defesa de Eder, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.

Relembre o caso

Rubens Krum de Andrade tinha 82 anos quando foi vítima do atropelamento. Ele morreu no local.

Depois de abandonar o veículo, o homem chegou a ir até um estabelecimento pedir para utilizar o telefone. Ele afirmou à polícia que não estava conduzindo o carro, mas que havia sido vítima de um assalto e estava como refém no veículo.

A versão foi desmentida por testemunhas, conforme o processo.

Desde então, ele ficou em silêncio durante todos as outras oitivas.

“É uma mistura de dor, perda e revolta pela situação”, desabafou a filha da vítima à época.

Fonte: G1

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