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Segurança

Funcionária é vítima de tentativa de estupro dentro da UEPG e se salva com ajuda de alunos: 'Tudo levou mais de meia hora'

Mulher foi ameaçada com canivete e foi estrangulada três vezes com 'mata-leão'. Suspeito fugiu e até o momento não foi identificado.

Funcionária é vítima de tentativa de estupro dentro da UEPG e se salva com ajuda de alunos: 'Tudo levou mais de meia hora'
(Foto: Reprodução/RPC)
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Uma mulher sofreu uma tentativa de estupro dentro do maior campus da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nos Campos Gerais do Paraná. Ela tem 37 anos e trabalha na instituição.

O caso aconteceu no campus de Uvaranas no início da noite de segunda-feira (6), por volta das 18h30, enquanto a funcionária voltava para casa. Ela foi ameaçada com um canivete e foi estrangulada três vezes com golpes de 'mata-leão'.

A vítima conseguiu se salvar com a ajuda de alunos, que acionaram a polícia e ajudaram nas buscas pelo suspeito. Até a publicação desta reportagem, o homem não havia sido identificado.

À RPC, a vítima disse que toda a ação levou mais de meia hora.

De acordo com o boletim da ocorrência (B.O.), ela estava andando nos fundos no bloco G, do curso de Educação Física, quando foi abordada por um rapaz que aparentava ter cerca de 20 anos.

"Ele lhe apresentou uma faca e tentou imobilizá-la três vezes com um 'mata-leão', na tentativa de estuprá-la. A vítima conseguiu se desvencilhar a tempo, retirando a faca do agressor, e correu pelo campus pedindo ajuda, tendo o autor se evadido logo em seguida para um matagal próximo. Ela foi socorrida inicialmente por universitários, que fizeram o contato com o 190 [telefone da PM], enquanto também tentavam procurar o masculino", detalha o B.O.

A Polícia Militar (PM) fez buscas no local, mas não encontrou o suspeito.

Segundo a Polícia Civil, um inquérito foi aberto para investigar o caso e tentar identificar o homem.

Em nota, a universidade disse que está em contato com a PM para acompanhamento do caso e prestará atendimento jurídico e psicológico à vítima.

"Caso qualquer usuário(a) dos campi da UEPG presencie situações de perigo ou anormalidade, a Vigilância pode ser acionada, por meio do (42) 99912-0004", complementa o texto.

UEPG e PM prometem reforçar segurança da universidade

Em coletiva de imprensa realizada nesta terça-feira (7), o vice-reitor da UEPG, Ivo Mottin Demiate, afirmou que a universidade vai investir na iluminação do campus e em mais câmeras de segurança.

"As câmeras serão instaladas de modo imediato em locais com pouca cobertura", garantiu Demiate.

O comandante do 1º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Alexandre Dias Lopes, também afirmou que vai intensificar o policiamento dentro do campus de Uvaranas, e reforçou que há anos não era registrada ocorrência policial na universidade.

“Dentro do campus da UEPG é um dos locais mais seguros que nós temos na nossa cidade. Nos últimos 5 meses, que é o período no qual eu estou no comando, nós tivemos apenas dois furtos e uma perturbação do sossego. O último crime de maior relevância foi no ano de 2017”, disse, se referindo ao caso de um estudante peruano que foi baleado em uma tentativa de assalto.

Campus possui mais de 1 milhão de metros quadrados

De acordo com dados oficiais da UEPG, o campus de Uvaranas possui mais de 1,1 milhão de metros quadrados. O tamanho equivale a 162 campos de futebol.

A instituição afirma que trabalha com 41 vigilantes efetivos, mais 36 vigilantes terceirizados.

"Em Uvaranas, há 13 postos de vigilância 24 horas, com um encarregado por turno com veículo tático. Na região da ocorrência há sete câmeras de segurança (uma no Bloco G; quatro nos prédios do Litec e Cetep; e duas no Observatório Astronômico)", explica.

A assessoria da universidade também detalha que, no total, há 250 câmeras de monitoramento no local, sendo que 112 foram instaladas nos últimos cinco anos.

"Há, ainda, uma base da Polícia Militar em Uvaranas, que presta apoio na segurança do Campus", complementa.

Canais de atendimento da UEPG

A UEPG detalha os canais de atendimento e projetos próprios que buscam acolher e encaminhar denúncias de assédio e violências na UEPG. Veja abaixo:

  • Núcleo Maria da Penha (Numape): 42 98881-0663;

  • Núcleo de Estudos e Defesa dos Direitos da Infância e Juventude (Neddij): (42) 3220-3448 e (42) 2102-8942;

  • Canal de Escuta Gênero e Diversidades, da Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (Prae): 42 3220-3237;

  • Vigilância da UEPG: (42) 99912-0004.


A universidade também lembra que o Hospital Universitário da UEPG ainda é referência na região para atendimento de pessoas vítimas de violência.

Fonte: G1

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