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Enfermeira é condenada por falsificar atestados e fingir internação por Covid-19 para receber bolsa da universidade, no PR

Segundo o processo, profissional de Cascavel apresentou documentos falsos para continuar recebendo de projeto da Unioeste enquanto também trabalhava em hospital particular

Enfermeira é condenada por falsificar atestados e fingir internação por Covid-19 para receber bolsa da universidade, no PR
(Foto: Reprodução/ RPC)
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A Justiça de Cascavel, no oeste do Paraná, condenou uma enfermeira por improbidade administrativa após ela receber R$ 4 mil de um projeto da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) sem cumprir a carga horária exigida.

Conforme a sentença, a profissional apresentou atestados médicos falsos, afirmando estar internada com Covid-19, para continuar recebendo a bolsa mesmo sem comparecer ao trabalho.

Ela também falsificou assinaturas em relatórios e documentos oficiais. A decisão é de primeira instância e cabe recurso.



Em uma primeira decisão, a enfermeira foi condenada a devolver o valor de R$ 4 mil à universidade. Em outra, a Justiça também determinou a perda da função pública na Unioeste, a suspensão dos direitos políticos por três anos e a proibição de contratar com o poder público ou receber benefícios fiscais pelo mesmo período.

O g1 entrou em contato com a enfermeira, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.

O caso

O caso ocorreu em 2020, durante o projeto “Ação de Extensão contra o Coronavírus”, financiado pela Fundação Araucária. A enfermeira havia sido selecionada com bolsa mensal de R$ 2 mil por quatro meses, com carga de 36 horas semanais.

Nos dois primeiros meses, segundo o processo, ela trabalhou normalmente. Em outubro, informou à supervisora que deixaria o projeto por incompatibilidade de horários com outro emprego, mas não formalizou o desligamento.

Logo depois, começou a apresentar atestados falsos alegando internação por Covid-19. As investigações mostraram que, no mesmo período, ela continuava trabalhando em um hospital particular de Cascavel.

Segundo processo, a enfermeira também falsificou a assinatura de uma médica e da supervisora do projeto de extensão em relatórios mensais, simulando o cumprimento da carga horária.

Para a Justiça, a profissional agiu de forma dolosa, com o objetivo de manter o vínculo e receber indevidamente as bolsas referentes a outubro e novembro de 2020, o que gerou enriquecimento ilícito de R$ 4 mil.

Em dezembro, quando foi remanejada para o Hospital Universitário do Oeste do Paraná (Huop), ela voltou a alegar falsa internação para justificar as faltas, segundo a investigação.

Fonte: g1

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