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DENÚNCIA: Comunidade terapêutica Renascer é interditada pela segunda vez

DENÚNCIA: Comunidade terapêutica Renascer é interditada pela segunda vez
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Através de denúncias, a Vigilância Sanitária Municipal (VISA) conseguiu chegar até uma comunidade terapêutica clandestina na região de Itaiacoca e interditá-la mais uma vez. A comunidade Renascer já havia recebido visita da VISA no mês passado e na ocasião teve que cessar os atendimentos realizados no local.
A VISA chegou até a comunidade e lá foi informada que havia duas novas sedes. Chegando nos lugares citados, cerca de 16 pessoas estavam em situações precárias recebendo atendimento. “Na inspeção pudemos constatar que realmente não tinha condições nenhuma, estava totalmente fora das normas sanitárias, não seguia nada da legislação que mantem as comunidades terapêuticas As condições sanitárias eram péssimas, além de não ter nenhum profissional acompanhando as internados”, destaca a coordenadora da VISA, Angela Pauli.
Na ocasião foi constatado que o proprietário do local recolhia os cartões de benefício e os documentos dos internados, dessa maneira, depois da caracterização de cárcere privado, o responsável foi encaminhado para delegacia para prestar esclarecimentos. Os idosos, deficientes físicos e mentais já foram realocados e as famílias também já foram avisadas da situação.
Ponta Grossa conta hoje com três comunidades terapêuticas regularizadas e duas em fase de adaptação. Uma delas para adolescentes e mulheres, outra para adolescentes e crianças e três para adultos masculinos. É importante que a população sempre verifique se o estabelecimento está licenciado. “Na entrada tem que ter a licença sanitária, a validade é sempre de um ano, tem que ter o responsável técnico. O não cumprimento destas normas fará com que o tratamento não corresponda com o que é proposto, pois o ambiente é inadequado, sem equipe e sem responsável técnico”, ressalta a psicóloga da Visa, Maria do Carmo Rodrigues.
Denúncias podem ser feitas pela Ouvidoria da Saúde, pelo telefone 0800-645-9393.

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