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Decisão de manter trabalho intermitente é fundamental para o país, diz Abrasel

Ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, declarou que não pretende acabar com modalidade de contratação, que gerou mais de 250 mil empregos em cinco anos

Decisão de manter trabalho intermitente é fundamental para o país, diz Abrasel
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Em declaração feita nesta terça-feira (31), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, disse que o governo pretende revisar normas trabalhistas, mas que não avalia mexer no trabalho intermitente, modalidade de contratação viabilizada pela Reforma Trabalhista, em 2017. Para a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), o movimento feito por Marinho é fundamental e demonstra o entendimento de que o trabalho intermitente traz ganhos para os trabalhadores e para os negócios.



“Conseguimos corrigir uma falha histórica em nosso país e passamos a permitir a contratação por hora, em escala móvel, possibilitando, assim, conciliar, por exemplo, estudo e trabalho. Foi um grande e valioso avanço na nossa legislação, fruto de mais de uma década de negociação, que aproximou o Brasil das melhores práticas já existentes na Europa, nos Estados Unidos e nos nossos vizinhos da América do Sul. É um modelo que traz benefícios tanto para os trabalhadores quanto para as empresas”, diz Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel.



“A posição do ministro Luiz Marinho mostra que ele entende a importância do trabalho intermitente, portanto deve ser elogiada. Não podemos retroceder em questões que facilitam a geração de emprego e renda e simplificam o empreender no país. Essa fala mostra que o ministro está atento às demandas da sociedade”, completa Solmucci.



Segundo ele, a Abrasel irá propor uma reunião com Marinho para acrescentar argumentos e perspectivas futuras para consolidar a defesa da continuidade do trabalho intermitente. “Em apenas cinco anos, foram mais de 250 mil empregos gerados. Embora seja um número grandioso, estamos confiantes que a pacificação do assunto no Supremo (STF) ampliará as oportunidades de contratações intermitentes e estamos trabalhando para isso”.

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