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Congresso do Crea-PR define 20 propostas que serão analisadas em evento nacional

Evento reuniu mais de 300 profissionais das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências para discutir e debater políticas, estratégias, diretrizes e programas de atuação para o segmento

Congresso do Crea-PR define 20 propostas  que serão analisadas em evento nacional
(Divulgação/Crea-PR)
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COM ASSESSORIAS - Profissionais das áreas de Engenharia, Agronomia e Geociências que participaram do 10º Congresso Estadual de Profissionais do Paraná, realizado pelo Crea-PR, em Foz do Iguaçu, aprovaram nesta sexta-feira (2), as 20 propostas que serão encaminhadas para o Congresso Nacional de Profissionais (CNP), que acontece em setembro, em Palmas (TO).

Ao todo, os 300 congressistas debateram 114 propostas que vieram das etapas realizadas nas 35 Inspetorias e oito Regionais do Crea-PR, e que contemplam o tema geral “Estratégias da Engenharia e da Agronomia para o Desenvolvimento Nacional”, definido pelo Confea, que coordena o 10º Congresso Nacional de Profissionais

Elas foram debatidas em seis grupos, com aproximadamente 50 profissionais cada um, que tiveram a oportunidade de avaliar e debater as políticas, estratégias, diretrizes e programas de atuação para os profissionais das áreas afetas ao Sistema Confea/Crea.

Entre elas estão a concessão do poder de embargo de obras e/ou serviços de Engenharia, Agronomia e Geociências, aos Creas; a isenção de IPI e ICMS para aquisição de veículos e equipamentos; a ocupação de cargos técnicos públicos por profissionais legalmente habilitados e regulares junto ao Crea e a criação de lei para que o analista de projetos no Corpo de Bombeiros seja profissional habilitado.

As propostas também incluem o fim do cerceamento do exercício da profissão por profissionais habilitados do Sistema Confea/Crea nas atividades de coordenação de planos diretores e planos de desenvolvimento urbano e regional; maior controle e regulamentação nos cursos de ensino a distância pelo Sistema Confea/Crea; participação do Conselho na criação de novos cursos e a criação de um sistema de avaliação dos cursos de Engenharia próprios do Confea.

A obrigatoriedade de registro por profissionais que lecionam disciplinas técnicas em cursos afetos ao Sistema Confea/Crea; a participação de profissionais do Sistema Confea/Crea na elaboração das normas de segurança; a elaboração de mecanismos de avaliação de qualificação profissional; a criação de programa de residência técnica remunerada pelo sistema de bolsa de estudo, com período mínimo de um ano, podendo ser renovado até três anos; a desburocratização do pedido de visto de atuação do profissional em outros Estados; e a anuidade única para empresas que atuam em mais de um Estado também estão entre as propostas. “Os debates foram qualificados e chegamos a um conjunto de propostas com excelente conteúdo para serem levadas ao CNP”, disse o Presidente do Crea-PR, Engenheiro Civil Ricardo Rocha.

Nesta sexta-feira também foram eleitos os delegados que irão para a etapa nacional defender as propostas dos profissionais paranaenses para as mudanças no Sistema Confea/Crea e Mútua.O Congresso contou com a participação de profissionais que integram entidades de classe da região dos Campos Gerais, como a Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Ponta Grossa (AEAPG), a Associação dos Engenheiros Agrônomos dos Campos Gerais (AEACG), a Associação Centro-Sul Paranaense dos Engenheiros Ambientais (ACSPEA) e a Associação dos Engenheiros de Telêmaco Borba (AETB), além do Sindicato dos Engenheiros do Paraná, regional de Ponta Grossa.

“Foram 300 profissionais de todo o Estado participando do Congresso e aproximadamente 20 da região dos Campos Gerais, que representam entidades de classe e sindicatos. O objetivo principal era discutir as mudanças no sistema de trabalho dos profissionais, a participação deles no desenvolvimento nacional, as regras para exercer legalmente a profissão, entre outros”, explica o gerente da Regional do Crea-PR em Ponta Grossa, o Engenheiro Agrônomo Vânder Della Coletta Moreno.

Para o presidente da AEAPG, o Engenheiro Civil Rafael Mansani, o Congresso oportuniza, aos profissionais do Conselho, fazer suas contribuições e críticas através de apresentação de propostas que foram analisadas, debatidas e enviadas para apreciação. “Vejo o Congresso como um meio de os profissionais apresentarem seus anseios e seus posicionamentos”, considera.

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