CMEI e Escola realizam encontro de transição escolar com alunos
Crianças do 1º ano foram até o CMEI Nassima Sallum participar de atividades lúdicas e que estimulam o respeito e empatia entre alunos. Os menores vão mudar para a escola em 2020

IMPRENSA/Ponta Grossa - Nesta quinta-feira (28) as crianças do Infantil V do CMEI Nassima Sallum receberam as turmas do primeiro ano da Escola Municipal Dr. Edgar Sponholz para um encontro chamado 'Todos temos um pouco', que aborda a diversidade cultural com as crianças. O objetivo da ação é promover interação, empatia e respeito entre alunos do CMEI e da Escola, auxiliando assim na transição da criança do estudo na Educação Infantil para o Ensino Fundamental.
Foram mais de dez oficinas de diversidade cultural, que ocorreram de maneira simultânea. No pátio dos fundos, oficina de capoeira ministrada pelos professores Elcio Barbosa e Ester Enzo, da Associação Brincapoeira, além de brincadeiras de matriz afrobrasileira.
Já no pátio principal, eram realizadas oficinas de abayomi (boneca africana) e retratos, onde as crianças do CMEI desenharam os colegas da Escola Edgar. Para o aluno do 1º ano, Enzo Ferreira Padilha, o mais divertido foi desenhar a colega Ana Clara Pavlak, aluna do infantil V. "Eu vi que ela tem cabelos, olhos e cor de pele diferentes de mim. Ela é mais 'bege' e eu mais marrom, mas isso não tem problema", concluiu Enzo.
Foram mais de dez oficinas de diversidade cultural, que ocorreram de maneira simultânea. No pátio dos fundos, oficina de capoeira ministrada pelos professores Elcio Barbosa e Ester Enzo, da Associação Brincapoeira, além de brincadeiras de matriz afrobrasileira.
Já no pátio principal, eram realizadas oficinas de abayomi (boneca africana) e retratos, onde as crianças do CMEI desenharam os colegas da Escola Edgar. Para o aluno do 1º ano, Enzo Ferreira Padilha, o mais divertido foi desenhar a colega Ana Clara Pavlak, aluna do infantil V. "Eu vi que ela tem cabelos, olhos e cor de pele diferentes de mim. Ela é mais 'bege' e eu mais marrom, mas isso não tem problema", concluiu Enzo.
Segundo a diretora do CMEI, Carla Alves da Silva, a atividade é uma forma quebrar o paradigma do receio que as crianças do Infantil V têm de ingressar no Ensino Fundamental. "Percebo, pela minha experiência com a Educação Infantil, que a turma do infantil V fica receosa com a mudança, porque em dezembro eles se sentem crianças e em fevereiro são 'grandes'. Eles não querem voltar para o CMEI, mas querem encontrar o mesmo na escola. Então essa inserção gradual desmistifica esse conceito", comenta a diretora da unidade.
Diversidade Cultural:
Desde o início de novembro as crianças do CMEI estão realizando atividades pedagógicas sobre o Mês da Consciência Negra, por isso as atividades foram voltadas para a cultura africana e para a diversidade cultural. Segundo a aluna Laura Cramer, a diversidade cultural é respeitar o que há de diferente no outro. "No Brasil tem muitas pessoas diferentes, mas não importa de onde ela é, porque mesmo sendo diferentes, podemos amar do mesmo jeito", declara a pequena Laura, que estava vestida de japonesa junto com mais quatro colegas, vestidas com trajes que lembram as culturas africana, árabe, indiana e brasileira.
Diversidade Cultural:
Desde o início de novembro as crianças do CMEI estão realizando atividades pedagógicas sobre o Mês da Consciência Negra, por isso as atividades foram voltadas para a cultura africana e para a diversidade cultural. Segundo a aluna Laura Cramer, a diversidade cultural é respeitar o que há de diferente no outro. "No Brasil tem muitas pessoas diferentes, mas não importa de onde ela é, porque mesmo sendo diferentes, podemos amar do mesmo jeito", declara a pequena Laura, que estava vestida de japonesa junto com mais quatro colegas, vestidas com trajes que lembram as culturas africana, árabe, indiana e brasileira.
