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Segurança

Após investigação do Gaeco, empresa que opera EstaR pede suspensão do contrato em Ponta Grossa

Pedido acontece três dias depois da deflagração de uma operação que investigou irregularidades no funcionamento do EstaR na cidade. Em nota, empresa afirmou que "lamenta o que está acontecendo".

Após investigação do Gaeco, empresa que opera EstaR pede suspensão do contrato em Ponta Grossa
Empresa que opera EstaR pediu suspensão imediata dos serviços. (Foto: Reprodução/RPC)
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A empresa que opera o estacionamento rotativo (EstaR), a Cidatec, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, solicitou a suspensão imediata do contrato de serviço prestados à prefeitura na quinta-feira (17).

O pedido foi encaminhado à Autarquia Municipal de Trânsito.

A solicitação acontece três dias depois da deflagração de uma operação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) que investiga os contratos do EstaR na cidade.

Durante a operação, dois vereadores e o presidente da Autarquia Trânsito foram presos.

Segundo a Prefeitura de Ponta Grossa, o serviço segue em funcionamento na cidade.

Em nota, a Cidatec afirmou que lamenta os fatos desta semana e que sempre atuou dentro da lei e buscando agir em prol da sociedade.

A empresa afirmou ainda que pediu a suspensão imediata do contrato e que, por entender que o estacionamento rotativo é indispensável para a população, está à disposição para dar continuidade ao serviço sem cobrar nenhum valor até o esclarecimento dos fatos.

A prefeitura informou que já iniciou o processo de cancelamento dos contratos relacionados ao Estar Digital.

A administração municipal disse também que irá definir as medidas que serão adotadas após o cancelamento do contrato.

Operação

Na última terça-feira, a operação cumpriu também ordens de prisão contra quatro empresários investigados no esquema.

Os dois vereadores presos integraram a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investigou a contratação da Cidatec pela Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes do Município (AMTT) para a implantação e operação do “Estar Digital”.

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) investiga possíveis crimes de corrupção ativa e passiva, fraude a licitação e tráfico de influência nos contratos.

O MP-PR também apura a possível prática de manipulação e corrupção de vereadores na Comissão Parlamentar de Inquérito instalada na Câmara Municipal para apurar as referidas licitações.

Fonte: G1

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