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ACIPG discute proibição de novos bares próximos a faculdades

Reunião contou com empresários do setor e com o vereador George de Oliveira

ACIPG discute proibição de novos bares próximos a faculdades
(Divulgação/ACIPG)
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COM ASSESSORIAS - A Associação Comercial, Industrial e Empresarial de Ponta Grossa (ACIPG), recebeu na tarde desta terça-feira (13) empresários do setor de bares e restaurantes de Ponta Grossa e o vereador George Luiz de Oliveira (PMN) para discutirem o projeto de lei 455/2017, em tramitação na Câmara, que se aprovado proibirá a abertura de novos bares em espaços próximos às faculdades e universidades de Ponta Grossa.

A reunião foi organizada pelo diretor de Turismo da ACIPG, que também é o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares (SHRBS), Daniel Wagner, e contou com a presença de empresários do setor que seriam afetados com a medida, mas também de outros simpáticos à causa, considerando que a proposta fere a livre iniciativa, pode gerar desemprego e recuo de investimentos no município, principalmente considerando o atual cenário econômico do país. "Convidamos o proponente do projeto, o vereador Sebastião Mainardes (DEM) e o presidente da Câmara, Daniel Milla (PV) para a reunião, mas por motivo de agenda não puderam comparecer. No entanto, contamos com a presença do vereador George de Oliveira (PMN) que ouviu as reivindicações dos empresários do setor", relata Wagner.

O diretor da ACIPG comunga com os empresários presentes na reunião e entende que a melhor saída é que a proposta seja arquivada na Câmara, pois que traria prejuízos ao setor, e também para a população. "O público universitário tem idade e discernimento suficiente para saber o momento oportuno para ser divertir, não cabe ao legislador cercear a liberdade do cidadão e prejudicar o comércio com uma medida arbitrária e que fere a livre iniciativa", salienta.

Para Wagner, em relação a perturbação do sossego que estes ambientes podem gerar, o município conta com órgãos fiscalizatórios que têm a obrigação de evitar a poluição sonora. "Estas situações devem ser fiscalizadas e sanadas pelas autoridades competentes e não proibir a existência de estabelecimentos que geram empregos e impostos para o município", avalia.

O vereador George se comprometeu com os empresários a levar as demandas para os demais membros da Câmara e trabalhar pela retirada ou arquivamento da proposta, ou mesmo para a realização de uma audiência pública sobre o assunto.

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