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Vizinha de casal suspeito de agredir filho adotivo diz que tentou buscar ajuda no Conselho Tutelar

Vizinha de casal suspeito de agredir filho adotivo diz que tentou buscar ajuda no Conselho Tutelar
Menino está internado na UTI do Hospital Evangélico de Londrina (Foto: Reprodução/Facebook do Hospital Evangélico de Londrina)
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Uma vizinha do casal preso suspeito de agredir o filho adotivo, em Londrina, no norte do Paraná, disse que tentou buscar ajuda no Conselho Tutelar, mas que não obteve resultados.

A criança, que tem 8 anos, está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica do Hospital Evangélico em estado grave. Os dois foram presos após o hospital acionar o Conselho Tutelar no domingo (8).

A vizinha, que não foi identificada, disse que procurou pelo Conselho Tutelar no dia 12 de novembro, mas que nada foi feito.

"A gente infelizmente é falha e espera acontecer para fazer essa denúncia. Bem que eu tentei ir no Conselho Tutelar, mas não obtive resultados", disse.

A mulher disse ainda que escutava xingamentos e tapas na residência. Ela contou também que pensou em chamar a polícia algumas vezes.

"Eu ouvia gritando: 'vou te devolver, vou te devolver'. Escutava alguns tapas. Às vezes a gente subia ali no muro e dava uns murros para parar. Aí eu falava: 'vamos ligar para polícia, será que é essa criança mesmo?", relatou.

O Conselho Tutelar disse que o Ministério Público do Paraná (MP-PR) está a frente do caso, e por isso não irá se manifestar.

Já o MP-PR disse que não irá se pronunciar sobre o assunto, já que o caso corre em segredo de Justiça.

O caso
A criança foi adotada há dois meses pelo casal e veio do Mato Grosso do Sul. Segundo o Boletim de Ocorrência (B.O.), o Conselho Tutelar recebeu uma ligação do Hospital Evangélico informando que uma criança que estava sendo atendida no pronto-socorro possivelmente tinha sido agredida.

Ainda conforme o B.O, o menino tinha "marcas severas de agressão física, com indícios de tortura". A Polícia Militar (PM) foi acionada na sequência.

Um médico pediatra relatou à polícia que os pais adotivos disseram que deram "umas chineladas e palmadas", que seriam corretivo.

Em depoimento à Polícia Civil, o casal disse que bateu no menino com chinelo e uma vara de plástico na noite de sábado (7). O pai disse que os dois estavam "de cabeça quente", que o objetivo não era machucar, mas "disciplinar".

O casal contou também que conversaram com a criança sobre o ocorrido no dia seguinte. Mais tarde, o menino passou mal e teve uma crise convulsiva, o que levou os dois a procurarem por ajuda médica, segundo relatou o pai no depoimento.

O que diz a defesa
Os dois suspeitos tiveram as prisões convertidas em preventivas após uma audiência realizada nesta segunda-feira (9).

O advogado do casal afirma que o pai e a mãe do garoto assumiram ter batido no filho com chinelo e com uma vara, mas negaram o espancamento. Segundo a defesa, a criança mordeu o dedo da mãe, e isso teria provocado as agressões.

 

Fonte: G1 Paraná

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