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Segurança

PF diz ao Supremo que precisa ouvir Bolsonaro em inquérito sobre possível interferência na instituição

PF diz ao Supremo que precisa ouvir Bolsonaro em inquérito sobre possível interferência na instituição
(REUTERS/Adriano Machado)
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A Polícia Federal afirmou em documento enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) que "mostra-se necessária a realização" do depoimento do presidente Jair Bolsonaro no inquérito que apura se houve interferência na instituição.

Procurada, a assessoria de Bolsonaro informou que não se pronunciará sobre o assunto. A PF pediu a prorrogação do inquérito por mais 30 dias. As investigações começaram em abril, quando o então ministro da Justiça, Sergio Moro, anunciou a demissão do cargo.

Na ocasião, Moro disse que Bolsonaro havia interferido na Polícia Federal ao demitir o então diretor-geral da corporação, Maurício Valeixo, e ao cobrar a troca na chefia da PF no Rio de Janeiro. Bolsonaro nega a acusação.

"Para a adequada instrução das investigações, mostra-se necessária a realização da oitiva do Presidente da República Jair Messias Bolsonaro a respeito dos fatos apurados", afirmou a PF.

Ao pedir a prorrogação do inquérito, a PF também informou que as seguintes diligências, entre outras, ainda estão pendentes:

 

  • "exame de edições dos arquivos do vídeo da reunião ministerial, a análise das mensagens do telefone celular de Sergio Moro";

  • "resposta da Dicor [Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado] sobre o pedido de informações acerca da produtividade da SR/RJ [Superintendência da PF no Rio de Janeiro]";

  • "resposta do ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional [Augusto Heleno] quanto ao pedido de dados a respeito das trocas de comando da chefia da segurança do presidente da República";

  • "recebimento das cópias dos inquéritos já indicados com trâmite perante a SR/RJ";

  • "análise das informações, assim como das oitivas de Paulo Roberto Franco Marinho [empresário; suplente do senador Flávio Bolsonaro], Miguel Ângelo Braga Grillo [chefe de gabinete do senador Flávio Bolsonaro]".


Fonte: G1

 

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