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Segurança

‘Pai de Santo’ é condenado a 79 anos de prisão por estupro e charlatanismo

Sob o pretexto de realizar rituais, ele se valia do contexto religioso para submeter as mulheres a práticas sexuais

‘Pai de Santo’ é condenado a 79 anos de prisão por estupro e charlatanismo
(Foto: Divulgação/Polícia Civil)
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Um homem que se apresentava como Pai de Santo em Curitiba foi condenado a mais de 79 anos, 6 meses e 20 dias de prisão, na quarta-feira (10), por estupro, violação sexual mediante fraude, charlatanismo, sequestro, cárcere privado e redução à condição análoga à de escravo.

De acordo com o Ministério Público do Paraná (MP/PR), o criminoso se aproveitava da condição de Pai de Santo para cometer os crimes. Ele está preso desde o ano passado e seus advogados de defesa ainda podem recorrer da condenação.

A esposa do criminosos chegou a ser presa junto com ele em julho de 2020 e se tornar ré no processo. No entanto, o MP/PR pediu sua absolvição por falta de provas que demonstrassem dolo em sua conduta.

O homem segue detido e seus advogados de defesa ainda podem recorrer da condenação.

Estupro durante rituais

O caso passou a ser investigado depois que quatro vítimas, uma delas com 15 anos na época dos fatos, levaram o caso à polícia. Conforme a denúncia do MP/PR, sob o pretexto de realizar rituais, o homem se valia do contexto religioso para submeter as mulheres a práticas sexuais.

Além disso, ele impunha situações de tortura e condição análoga ao trabalho escravo as mulheres. Submetendo-as, por meio de coação, a trabalhos forçados com jornadas de até 20 horas, com transporte excessivo de peso (lixo reciclável) em condições climáticas adversas (sol e chuva forte).

Vítima fala com a RIC Record TV

Algumas das vítimas concederam entrevistas à RIC Record TV, em 2020, e contaram o que passaram nas mãos do casal. Uma deles disse que tudo começou quando ela e uma irmã procuraram os serviços do Pai de Santo, que ficava em uma residência no bairro Pinheirinho, para tratar de problemas de saúde.

“A gente levou a minha irmã para fazer tratamento, a de 14 anos, porque ela tem uns problemas de saúde. E aconteceu que ele pegou o primeiro mês, foi tudo normal. A partir do segundo mês, da segunda consulta na verdade, a entidade que ele recebia fazia todas nós ficar nuas lá, porque falou que não era ele, era a entidade dele”, falou a testemunha na época.

Fonte: Ricmais

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