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Segurança

Mulher vítima de violência escreve pedido de socorro com batom em toalha e joga pela varanda em SC

Caso ocorreu em Chapecó, no Oeste, onde casos aumentaram com isolamento social provocado pelo coronavírus. No restante do estado, números desse tipo de violência diminuíram.

Mulher vítima de violência escreve pedido de socorro com batom em toalha e joga pela varanda em SC
Mensagem 'SOS ap 203' escrita com batom em toalha — Foto: Reprodução/NSC TV
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Em Chapecó, no Oeste do estado, o número de casos de violência contra a mulher aumentou com o isolamento social de prevenção ao novo coronavírus. Em uma das situações, a vítima escreveu um pedido de socorro com batom em uma toalha e jogou pela janela. Um vizinho encontrou e chamou a Polícia Militar.






"Segundo a vítima, o marido chegou 2h30 da madrugada bem alterado. Segundo ela, o marido teria pegado ela pelo pescoço, tentado estrangular, seriam essas as agressões, e também ameaçado ela com duas facas. E ele teria escondido a chave do apartamento, trancado o apartamento e escondido a chave e o celular dela", relatou o sargento Aérikison Rifam, da Polícia Militar.




De acordo com a Delegacia de Proteção à Criança ao Adolescente, à Mulher e ao Idoso (DPCami) de Chapecó, os dados de ocorrências contra a mulher cresceram em relação ao ano passado.





Em março de 2019, por exemplo, foram 138 casos de ameaça, contra 162 em 2020. As lesões corporais subiram de 24 para 62.





"A ocorrência de maior vulto com certeza é a ameaça. Mas tem também agressões físicas, violência psicológica, moral. E muitas vezes a mulher não tem nem sequer ciência de que aquilo pode constituir um crime, uma violência", disse o delegado José Airton Stang.






Números estaduais





No estado, porém, o período de quarentena trouxe redução no índice de violência contra a mulher. Dados da Secretaria de Segurança Pública mostram que os números de ocorrências de violência doméstica e feminicídios caíram.





Em relação aos feminicídios, neste ano foram 16 entre 1º de janeiro e 6 de abril, contra 18 no mesmo período de 2019.





Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado, o que pode estar acontecendo é uma dificuldade das mulheres para registrar a ocorrência, já que, por conta do isolamento, muitas estão convivendo 24 horas por dia com o agressor.





Pensando nisso, a Polícia Civil lançou uma campanha, lembrando os canais de denúncia: os telefones 100 e 181 e o site da delegacia virtual. Já a Polícia Militar pode ser chamada pelo telefone 190 ou pelo aplicativo.


Fonte: G1





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