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Segurança

Motoboy aciona a polícia após mulher vítima de violência doméstica pedir ajuda durante entrega de pizza

Caso ocorreu em Guarapuava (PR). Mulher disse à PM que não foi a primeira vez que foi agredida pelo marido, mas foi a primeira vez que conseguiu chamar a polícia

Motoboy aciona a polícia após mulher vítima de violência doméstica pedir ajuda durante entrega de pizza
(Foto: Polícia Militar PR)
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Um motoboy chamou a Polícia Militar (PM) após uma mulher pedir ajuda durante uma entrega de pizza. A vítima, de 23 anos, afirmou que foi agredida pelo marido, de 27 anos. O caso aconteceu no sábado (29), por volta das 20h30, em Guarapuava, na região central do Paraná.

Ela disse aos policiais que levou um soco nas costas enquanto estava com o filho de um ano nos braços. A vítima também relatou que não foi a primeira vez que foi agredida pelo marido, mas foi a primeira vez que conseguiu chamar a polícia.



O suspeito, que não teve a identidade revelada pela polícia, ficou preso por 24 horas. Ele foi liberado na noite de domingo (30) após pagamento de fiança.

A Polícia Civil informou que o homem responderá em liberdade pelo crime de violência contra a mulher.


Violência doméstica em alta

De acordo a PM, de janeiro a julho deste ano mais de 360 denúncias de casos de violência doméstica foram feitas em Guarapuava.

Dados do Tribunal de Justiça (TJ-PR) mostram que o Paraná registrou 44.493 novos casos de violência doméstica ao longo de 2022, quase dois mil a mais do que no ano anterior.

A psicóloga Simone Eloise Vicenti explica que, na maioria das vezes, a violência tende a escalar ao longo do tempo.

"É como se fosse uma espiral. Naquela relação que existia uma troca de ofensas ou uma proibição de sair com alguns amigos, pode sim se tornar uma violência física, uma violência patrimonial, uma violência sexual... E se agravar", afirma.

A assistente social Wania Regina Wolff, que trabalha com vítimas de violência doméstica, explica que os profissionais tentam auxiliar as mulheres a saírem de relacionamentos abusivos .

"A gente tenta entender o que faz com que essa mulher permaneça em um relacionamento tóxico. Quando essa mulher tem uma dependência emocional, uma situação de vulnerabilidade socioeconômica ou um processo em curso, que pode ser um agravante para ela retornar para a situação de violência, a gente mantém ela nesse atendimento até que tenha essa situação resolvida", afirma Wania.

Fonte: G1

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