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Segurança

Marceneiro é morto a tiros na frente do filho pequeno em emboscada

Criminosos não levaram nada e a polícia acredita que o crime seja uma execução.

Marceneiro é morto a tiros na frente do filho pequeno em emboscada
Marceneiro foi morto no portão de casa. Foto: Banda B
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Um marceneiro de 41 anos foi morto a tiros na frente do filho de 4 anos, na noite desta terça-feira (21), no bairro Umbará, em Curitiba. Anderson Antonio de Chaves, 41 anos, estava chegando em casa e foi baleado pelas costas quando abria o portão de casa. Os criminosos não levaram nada e a polícia acredita que o crime seja uma execução. A Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) investigam o caso.

O crime aconteceu no portão da casa da família, na rua Jacob Wosniack. O trabalhador estava com o filho, parou o carro em frente ao portão de casa e desceu para abri-lo. Nesse momento, ele foi abordado pelo atirador e morreu com um tiro na cabeça. Os atiradores fugiram.

A irmã da vítima, Roberta Regina, disse que o irmão tinha passado na casa dela durante à tarde. “Ele foi na minha casa à tarde pegar um dinheiro dos móveis que ele faz, disse que iria lavar o carro e jogar uma sinuca. O que fizeram foi covardia porque pegaram ele por trás, meu sobrinho de quatro anos estava no banco e viu tudo, gritou bastante de desespero”, contou.

O delegado da DHPP Tito Barrichello disse à Banda B que o crime tem características de execução. “Temos uma execução aqui, a vítima estava quase em frente a sua residência, estava com seu filho de quatro anos, a esposa estava dentro de casa. Ele foi morto com tiros de revólver, pelas características é uma execução, o criminoso estava escondido e mediante emboscada matou a vítima com um tiro na cabeça”, detalhou.

Para ele, a motivação é algo que possa ter ocorrido em um passado recente. “É muito cedo, mas sabemos que todo crime tem um motivo, e esse crime, para o executor estar aqui, de campana, da forma que agiu, tem algum interesse que temos de descobrir. Conversamos com a esposa, que está muito abalada, ela não soube falar muita coisa, mencionou sobre um veículo vendido recentemente. Obviamente, tudo isso será investigado”, finalizou o delegado Tito.

Corpo


O corpo do trabalhador foi recolhido ao Instituto Médico Legal (IML) de Curitiba e será liberado para os familiares após os procedimentos legais.




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