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Segurança

Jovem denuncia médico por assédio sexual em UPA de Londrina: “deveria tirar” a calcinha

Ela correu para a recepção e foi acolhida por populares que estavam na unidade de saúde

Jovem denuncia médico por assédio sexual em UPA de Londrina: “deveria tirar” a calcinha
(Foto: Alexandre Oshima/RICtv)
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Na manhã desta terça-feira (12), uma mulher, de 23 anos, denunciou um médico em Londrina, norte do Paraná, por assédio sexual. O caso foi registrado na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Jardim do Sol.

A vítima procurou ajuda médica ao apresentar sintomas gripais. De acordo com o boletim de ocorrência, foi receitado que ela tomasse uma injeção.

No momento da aplicação, o médico teria dito à paciente que “se ela estivesse com calcinha, ela deveria tirar”, conforme o boletim.

Em entrevista à RICtv, o delegado Roberto Fernandes, a vítima ainda contou que ele teria falado que ela é uma mulher bonita, perguntou se é casada e quem é marido.

“Quando ela disse que o marido era caminhoneiro, ele disse que nunca deixaria uma mulher bonita como ela por 30 dias e sair viajando. […] Por fim, ela [a vítima] disse que ele falou que ela é muito gostosa”, acrescenta o delegado.

A mulher correu para a recepção e foi amparada por populares. A Guarda Municipal e a Polícia Militar foram chamados até a unidade.

O médico nega as acusações. Ele foi autuado por violência psicológica contra mulher, e não como assédio sexual. Ele assinou um termo circunstanciado e foi liberado.

“Ela não reporta em momento algum que ele tenha tocado nela, que ele tenha pedido para ela tirar a roupa, que ele a tenha cantado, que tenha oferecido alguma coisa para praticar sexo. Mas que a fala dele, segundo ela, a teria abalado bastante”, explica Fernandes.

A injeção receitada seria Benzetacil, normalmente aplicada nas nádegas, de acordo com ele. O médico também alega que não teria pedido para que ela tirasse a calcinha, mas, sim, que ela precisaria tirar para tomar a injeção.

A Secretaria Municipal de Saúde informou que repudia qualquer tipo de situação como esta e que está à disposição da Justiça para esclarecimentos. “A Secretaria de Saúde encaminhou o caso para a Corregedoria para que seja avaliado os procedimentos em relação a conduta do médico”.

Fonte: RIC Mais

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