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Segurança

Duas pessoas são mortas e duas são baleadas em confraternização no PR

Polícia divulgou a foto do principal suspeito do crime, que é ex-companheiro de uma das vítimas fatais

Duas pessoas são mortas e duas são baleadas em confraternização no PR
(Foto: Rodrigo Lima)
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Duas pessoas morreram e duas ficaram feridas ao serem baleadas na noite de segunda-feira (21), em Cascavel, no Oeste do Paraná. A Polícia divulgou a foto do principal suspeito, que é ex-companheiro de uma das vítimas fatais.

João Paulo da Silva está sendo procurado após ser apontado como o principal suspeito dos disparos que ocorreram durante uma confraternização, em uma residência na Rua Valmor Frasson, na região do Bairro Brasília.

Micheli Petrazzini de Mattos, Robson Munari, Thais Fernanda dos Santos Amaral, Renato Augusto Strotkamp e um adolescente de 16 anos estavam em uma confraternização, quando segundo apurado pela polícia, João Paulo chegou no local efetuando disparos.

Renato não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Fernanda, Robson e Micheli foram atingidos com disparos na cabeça e foram socorridos pelo médico e socorristas do Siate. Todos foram levados em estado grave para o hospital.

Na manhã desta terça-feira (22), Michele, que havia sido transferida para o Hospital Bom Jesus de Toledo, passou por cirurgia, mas não resistiu e também morreu.

“Estamos tratando a situação como crime passional. Michele era ex-companheira de João Paulo. Eles estavam separados a cerca de dois meses. Contra João, principal suspeito do crime, existem boletins de violência doméstica, registrados, ainda quando estava junto com Michele. Além disso, há várias passagens do homem pelo setor policial, dentre elas por embriaguez ao volante, possibilidade de uso e tráfico de drogas”, Diego Astori – Capitão da PM

O filho de Thais, um adolescente de 16 anos, estava no banheiro e não foi localizado pelo atirador. Após os disparos cessarem, o jovem saiu do cômodo e encontrou as pessoas feridas.

Renato tinha 30 anos e fazia uso de tornozeleira eletrônica devido uma medida protetiva, em relação a sua ex-companheira. Ele era morador do mesmo bairro onde aconteceu o crime.

A arma utilizada no crime ainda não foi identificada pelas equipes policiais, mas segundo o Capitão da PM, o homem não tinha autorização para portar arma.

Informações sobre o paradeiro podem ser repassadas pelo telefone 190. A Delegacia de Homicídios investiga os crimes.

Fonte: Ricmais

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