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Segurança

Delegada acredita que menina de 10 anos foi mantida viva junto a cadáver de irmão por 4 dias

Mulher confessou crime à polícia e, segundo delegada, pode responder por tortura e cárcere privado. Advogada de defesa afirmou que vai pedir exames psiquiátricos da mulher

Delegada acredita que menina de 10 anos foi mantida viva junto a cadáver de irmão por 4 dias
(Foto: William Batista/RPC)
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A Polícia Civil suspeita que a menina de 10 anos que foi morta pela mãe em Guarapuava, na região central do Paraná, tenha sido mantida viva junto ao cadáver do irmão mais novo, de três anos.




Segundo a delegada responsável pela investigação, a mulher de 30 anos confessou ter matado as duas crianças às autoridades quando eles chegaram no apartamento e realizaram a prisão, no sábado (27). Depois, no interrogatório oficial, ela permaneceu em silêncio e teve a prisão preventiva decretada pela Justiça.

Ana Hass afirmou nesta terça-feira (30) que a suspeita só será confirmada com o resultado do laudo pericial.



Ainda conforme a delegada, se comprovado que a criança foi mantida junto ao cadáver, o inquérito pode ainda indiciar outros crimes, como de tortura e cárcere privado.


"Nós estamos aguardando laudo pericial que vai ser a única forma da gente comprovar essa informação. Mas já no local dos fatos, entrando em contato com os cadáveres, restou evidente sim que o cadáver do menino estava um pouco mais perecido", disse.

A advogada de defesa da mãe, Eliara Paz Nardes, disse que busca contato com a cliente e que vai pedir exames médicos psiquiátricos para apurar a saúde mental da mulher.

Até o momento, ela deve ser responder pelos crimes de duplo homicídio, ocultação de cadáver e fraude processual.

Suspeita de crime premeditado

Ainda segundo a delegada, após a decretação da prisão preventiva, a mulher foi levada da delegacia para um outro local o que não é de praxe. "Mantê-la no convívio com outras presas seria bastante arriscado", de acordo com Ana Hass.




A delegada também afirmou que a polícia suspeita de crime premeditado. Anteriormente, a versão de surto foi desconsiderada no inquérito policial, sem pedido por parte da polícia para um laudo psiquiátrico.

Isso porque, segundo a delegada, a mulher afirmou nunca ter feito tratamento nem ter tido outro episódio de surto.

"Toda a dinâmica dos fatos leva a crer que isso não aconteceu. Primeiramente, ela teria até premeditado esse crime e possivelmente ao passar cerca de 15 dias com os cadáveres das crianças, nós entendemos que ela passou esse tempo bolando estratégias de defesa ou bolando formas de se escusar, achar desculpas, escusas para apresentar às forças policiais", explicou.



A delegada também afirmou que a polícia suspeita de crime premeditado. Anteriormente, a versão de surto foi desconsiderada no inquérito policial, sem pedido por parte da polícia para um laudo psiquiátrico.

Isso porque, segundo a delegada, a mulher afirmou nunca ter feito tratamento nem ter tido outro episódio de surto.

"Toda a dinâmica dos fatos leva a crer que isso não aconteceu. Primeiramente, ela teria até premeditado esse crime e possivelmente ao passar cerca de 15 dias com os cadáveres das crianças, nós entendemos que ela passou esse tempo bolando estratégias de defesa ou bolando formas de se escusar, achar desculpas, escusas para apresentar às forças policiais", explicou.

Fonte: G1

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