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Caso Tatiane Spitzner: Luis Felipe Manvailer é condenado por homicídio qualificado da esposa

Júri era composto por sete homens. Manvailer foi condenado pelo crime de fraude processual; decisão saiu nesta segunda-feira (10), após sete dias de julgamento. Tatiane Spitzner foi encontrada morta após cair da sacada do apartamento onde morava, em Guarapuava, em 2018.

Caso Tatiane Spitzner: Luis Felipe Manvailer é condenado por homicídio qualificado da esposa
Tatiane Spitzner foi encontrada morta após queda do 4º andar do apartamento em que morava com Luis Felipe Manvailer. (Foto: Arquivo pessoal)
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Luis Felipe Manvailer foi condenado pelo homicídio qualificado da esposa, Tatiane Spitzner, em júri popular que chegou ao fim nesta segunda-feira (10), após sete dias de julgamento. A condenação foi anunciada às 19h pelo juiz Adriano Scussiato Eyng. Ele também foi condenado por fraude processual.

O juiz está lendo a sentença neste momento, portanto ainda não foi anunciada qual será a pena que Manvailer irá cumprir.

O caso aconteceu em julho de 2018. Tatiane foi encontrada morta após cair da sacada do apartamento onde morava com Manvailer.

O júri popular de Manvailer foi composto por sete homens e começou em 4 de maio. Ele foi condenado nas qualificadoras de feminicídio, motivo fútil e meio cruel - asfixia.

Ele está preso na Penitenciária Industrial de Guarapuava (PIG) há dois anos e nove meses.

Relembre o caso:





Luís Felipe Manvailer, professor universitário de biologia, era casado com a advogada Tatiane desde 2013. O casal não tinha filhos.






  • Tatiane Spitzner foi encontrada morta após cair do 4º andar de apartamento onde morava

  • Luis Felipe Manvailer negou ter matado esposa

  • Imagens mostram agressões de marido a advogada antes dela ser encontrada morta

  • Julgamento foi adiado três vezes




O G1 tenta contato com as defesas do réu e da família de Tatiane




Sete dias de julgamento

O júri popular de Manvailer durou sete dias.

Sete homens foram sorteados para compor o Conselho de Sentença. Entre as 30 pessoas convocadas para participar do sorteio, quatro mulheres foram sorteadas, mas acabaram dispensadas após pedidos da defesa do acusado.

Em três casos, a dispensa foi sem motivo, o que é um direito da defesa. A quarta dispensa foi autorizada pelo juiz após os advogados argumentarem que a jurada sorteada havia curtido uma página de apoio à Tatiane Spitzner em uma rede social.

Além dos sete jurados, estavam presentes no plenário: um juiz, um assistente do juiz, sete advogados de defesa, um réu, um promotor, um assistente de promotor, quatro assistentes de acusação e apenas uma mulher, assistente do promotor.

Fonte: G1

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