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Adolescente é acusado de usar cigarro para queimar criança em banheiro de escola

Os adolescente é acusado de pressionar a bituca na nuca do menino, de 6 anos de idade

Adolescente é acusado de usar cigarro para queimar criança em banheiro de escola
(Foto: Rafael Machado)
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Um adolescente de 15 anos é suspeito de queimar um menino, de 6, no banheiro da escola Bento Mossorunga, em Telêmaco Borba, nos Campos Gerais do Paraná. No mesmo terreno, na Rua Governador Pedro Viriato Parigot de Souza, funcionam a escola municipal e um colégio estadual. O adolescente nega a denúncia. O caso foi registrado na quinta-feira (10).

De acordo com os relatos de moradores, a criança foi até o banheiro e encontrou o rapaz fumando. O adolescente teria falado para o menino se aproximar, momento em que pressionou uma bituca de cigarro na nuca dele, causando o ferimento.

Na manhã desta segunda-feira (14), a mãe do suspeito, que não quis se identificar, concedeu entrevista à RICtv. Ela pede provas para a acusação contra o filho, já que foi comunicada pela diretora e afirma que o jovem não fuma. “Todos nós somos evangélicos”, disse.

“A diretora me chamou e afirmou que tinha sido o meu filho, sem ela ver, sem uma câmera, sem nada. […] É um punhado de gente que pula, do lado de fora, aqui dentro da escola [para] fumar. É um punhado de coisa absurda aqui dentro que acontece. Eu só quero que prove que é o meu filho. […] Quem conhece eu e conhece o meu filho sabe que jamais ele iria fazer isso”, a mãe disse em entrevista ao repórter Rafael Machado, da RICtv.

Por receio, algumas crianças da mesma sala do menino ferido deixaram de frequentar as aulas. A responsável por um desses estudantes, que também não quis ter a identidade divulgada, disse que as escolas possuem banheiros separados, mas que os alunos do colégio estadual vão até a escola municipal.

Em nota, a Secretaria Estadual de Educação disse que, no mesmo dia da suposta agressão, a diretora da escola estadual acionou a patrulha escolar e conversou com os pais do aluno agressor e com a direção da escola municipal. A mãe do estudante teria negado o ataque.

Fonte: RIC Mais

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