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Saúde

Verão intenso em 2025 exige cuidados extras para a saúde das pessoas idosas

População com mais de 60 anos é ainda mais sensível à desidratação e calor, mas adaptações ajudam a manter passeios e lazer ao ar livre

Verão intenso em 2025 exige cuidados extras para a saúde das pessoas idosas
Lazer, socialização e atividades no verão, com adaptações ao calor, impactam no envelhecimento saudável e com autonomia, explica a terapeuta ocupacional Syomara Cristina Szmidziuk. (Foto: Freepik)
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COM ASSESSORIAS - O verão de 2025 promete recordes de sensação térmica elevada. Fenômenos como o aquecimento do Atlântico Norte e os efeitos mais brandos da La Niña devem levar as temperaturas a patamares extremos, de acordo com estudos meteorológicos. Por serem mais sensíveis ao calor e à exposição solar excessiva, os idosos precisam redobrar os cuidados para preservar a saúde durante a estação mais quente do ano.

Prevenção não significa isolamento em ambientes fechados. Passear ao ar livre, aproveitar viagens à praia e momentos na piscina são atividades benéficas para quem está na terceira idade. Essas ações contribuem para a qualidade de vida, o condicionamento físico e a saúde emocional, destaca a terapeuta ocupacional Syomara Cristina Szmidziuk.

Segundo a especialista, é importante que as pessoas idosas se mantenham ativas e cultivem uma rotina de lazer e socialização com amigos ou familiares, mesmo no verão. “Nada disso deve ser deixado de lado para um envelhecimento saudável, com autonomia e participação do indivíduo na comunidade. Mas os dias mais quentes exigem uma série de cuidados preventivos devido ao risco de desidratação e insolação”.

Exercícios físicos

Estudos demonstram que a atividade física tem benefícios diretos para a longevidade. Se a pessoa idosa mantiver uma rotina de 30 minutos de exercícios diários de baixa intensidade, ela consegue reduzir o risco de morte em 17%, de acordo com um estudo de pesquisadores britânicos, publicado no início de 2018 pelo British Journal of Sports

A prática regular de atividades físicas ainda faz bem ao cérebro de quem tem entre mais de 60 anos. Um estudo da Universidade de São Paulo (USP) mostrou que idosos ativos apresentaram maior volume cerebral em comparação aos sedentários, o que é considerado positivo para a cognição. Atividades como caminhadas e hidroginástica são altamente recomendadas, mas devem ser realizadas em horários mais frescos, com roupas leves e hidratação constante. Além de fortalecerem os músculos, essas práticas melhoram o equilíbrio, previnem quedas e têm impacto positivo na saúde mental.

Cuidado com desidratação

Idosos têm menor capacidade de regular a temperatura corporal e sentem menos sede, o que é um perigo para quem deixa de beber água em quantidade adequada. Ao longo da vida, a quantidade de água no organismo humano diminui de 90%, no nascimento, para cerca de 50%, na terceira idade. Essa redução pode levar rapidamente a quadros de desidratação, com sintomas como tontura, boca seca, confusão mental e cansaço. Se ignorados, esses sinais podem evoluir para condições graves, como exaustão térmica, quedas por desorientação e até acidentes vasculares cerebrais (AVC).

A exposição ao sol, com moderação, é importante para pessoas com mais de 60 anos, já que a síntese de vitamina D contribui para a saúde óssea. Mas é indispensável o uso de protetor solar e roupas com proteção UV para evitar danos à pele sensível dos idosos.

Com atenção aos sinais do corpo e pequenas adaptações na rotina, é possível transformar o verão em uma estação de bem-estar e segurança.

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