Jovem é preso em flagrante suspeito de atropelar e matar cadela no Paraná
Imagem mostra momento em que suspeito de 22 anos atravessa via e atropela animal que estava em calçada. Cadela Lilica foi adotada há 10 anos por casal que não conhecia suspeito

Um jovem de 22 anos foi preso em flagrante por suspeita de atropelar e matar uma cadela em Quedas do Iguaçu, no sudoeste do Paraná.
Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que a cadela anda sobre uma calçada. Na sequência, uma caminhonete aparece e o motorista muda de pista, se aproximando do animal, que tenta fugir, mas acaba sendo atingido pelo pneu dianteiro do carro.
O animal também é atropelado pelo pneu traseiro do carro, que após o atropelamento, segue transitando pela via.
Imagens de uma câmera de segurança mostram o momento em que a cadela anda sobre uma calçada. Na sequência, uma caminhonete aparece e o motorista muda de pista, se aproximando do animal, que tenta fugir, mas acaba sendo atingido pelo pneu dianteiro do carro.
O animal também é atropelado pelo pneu traseiro do carro, que após o atropelamento, segue transitando pela via.
Através do compartilhamento das imagens em redes sociais, o suspeito foi identificado e preso na quinta-feira (6).
Segundo a Polícia Civil, ele deve responder por maus-tratos qualificados a animais, com resultado morte, que pode aumentar a pena, caso ele responda criminalmente. Não cabe fiança.
O g1 tenta identificar a defesa do suspeito que não teve nome divulgado.
Cadelinha foi adotada há 10 anos
A Polícia Civil afirmou à RPC que a cachorrinha se chamava Lilica. O animal, ainda segundo a polícia, foi adotado há 10 anos por um casal.
Para a polícia, o jovem preso afirmou que não viu o animal e que atropelamento não foi proposital, uma vez que ele tentava desviar de um ônibus estacionado na rua.
A audiência de custódia do suspeito deverá ser realizada ainda nesta sexta-feira (7). A polícia deve concluir a investigação nos próximo dias.
A polícia esclareceu que o jovem não conhecia o casal tutor da cadela Lilica.
Fonte: g1
Segundo a Polícia Civil, ele deve responder por maus-tratos qualificados a animais, com resultado morte, que pode aumentar a pena, caso ele responda criminalmente. Não cabe fiança.
O g1 tenta identificar a defesa do suspeito que não teve nome divulgado.
Cadelinha foi adotada há 10 anos
A Polícia Civil afirmou à RPC que a cachorrinha se chamava Lilica. O animal, ainda segundo a polícia, foi adotado há 10 anos por um casal.
Para a polícia, o jovem preso afirmou que não viu o animal e que atropelamento não foi proposital, uma vez que ele tentava desviar de um ônibus estacionado na rua.
A audiência de custódia do suspeito deverá ser realizada ainda nesta sexta-feira (7). A polícia deve concluir a investigação nos próximo dias.
A polícia esclareceu que o jovem não conhecia o casal tutor da cadela Lilica.
Fonte: g1
