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Deputado Marcelo Rangel propõe lei que permite instalação de hospitais em áreas de mananciais com rigor ambiental

Deputado Marcelo Rangel propõe lei que permite instalação de hospitais em áreas de mananciais com rigor ambiental
(Imagem: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - Com o objetivo de conciliar o direito à saúde com a preservação ambiental, o deputado estadual Marcelo Rangel (PSD), vice-líder do governador Ratinho Júnior na Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP), apresentou um projeto de lei que altera a Lei nº 8.935, de 1989, para permitir a instalação de hospitais em áreas de mananciais, desde que respaldada por parecer técnico favorável do órgão ambiental competente.

A proposta, protocolada em 10 de outubro, revoga o inciso II do artigo 3º da legislação vigente e acrescenta um novo parágrafo que cria uma exceção à proibição de empreendimentos nessas áreas. De acordo com o texto, hospitais poderão ser construídos em zonas de proteção de mananciais caso haja um parecer técnico conclusivo e favorável elaborado por profissionais habilitados do Estado, assegurando que não haverá agravamento da poluição local.

“Um hospital não é um empreendimento de conveniência, mas uma necessidade vital para a população. Precisamos garantir o acesso à saúde sem comprometer o meio ambiente, e isso é possível com critérios técnicos rigorosos”, justificou o deputado Marcelo Rangel.

Na justificativa do projeto, Rangel destaca que a legislação atual, embora importante para proteger os recursos hídricos, se mostra excessivamente restritiva ao impedir totalmente a instalação de instituições de saúde em determinadas regiões. O parlamentar argumenta que o crescimento urbano exige uma infraestrutura hospitalar compatível com as necessidades da população, principalmente em áreas estratégicas.

A proposta não elimina a proteção ambiental, mas introduz um mecanismo de avaliação caso a caso, baseado em critérios técnicos, como a viabilidade do sistema de esgotamento sanitário e o atendimento aos padrões de lançamento de efluentes estabelecidos em outorga ambiental. Rangel também ressalta que o projeto está em sintonia com os princípios constitucionais de responsabilidade compartilhada entre União, Estados e municípios na proteção da saúde e do meio ambiente.

“O que propomos não é uma flexibilização irresponsável, mas sim um equilíbrio inteligente entre duas questões fundamentais: saúde e meio ambiente”, afirmou Rangel.

A iniciativa agora será analisada pelas comissões da Assembleia Legislativa.

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