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Saúde

Burnout agora é doença ocupacional pela OMS

A psicóloga Mariana Stachiu, especialista em comportamento humano e liderança, destaca o impacto dessa atualização

Burnout agora é doença ocupacional pela OMS
(Foto: Divulgação)
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COM ASSESSORIAS - O mês de janeiro, marcado pela campanha Janeiro Branco, destaca a necessidade de atenção à saúde mental e emocional, especialmente no cenário profissional. Em um momento de grande relevância, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu, oficialmente, a Síndrome de Burnout na lista de doenças ocupacionais, classificação que começou a vigorar no Brasil em 2025. Essa mudança reforça a urgência em adotar práticas de cuidado no ambiente de trabalho e na vida pessoal.

A psicóloga Mariana Stachiu, especialista em comportamento humano e liderança, destaca o impacto dessa atualização. "O reconhecimento do Burnout como doença ocupacional pela OMS é um avanço importante para trabalhadores e empresas. Ele amplia a visibilidade sobre o esgotamento profissional, reforça a necessidade de diagnósticos adequados e incentiva as organizações a adotarem medidas preventivas", afirma Mariana.

Com experiência em orientar líderes e equipes, Mariana salienta que a saúde mental deve ser tratada como prioridade nas empresas. "O Janeiro Branco é um convite para refletirmos sobre como nossas relações de trabalho e o autocuidado podem prevenir problemas como o Burnout, ansiedade e outros transtornos. É uma oportunidade de construir ambientes mais saudáveis e produtivos", diz.

De acordo com a nova classificação da OMS, o Burnout é uma síndrome resultante do estresse crônico no ambiente profissional que não foi gerenciado de forma eficaz. Os sintomas incluem sensação de exaustão, cinismo ou distanciamento mental em relação ao trabalho e redução na eficiência profissional. A decisão reforça a necessidade de empregadores e instituições de saúde estarem mais atentos à qualidade de vida no trabalho.

Mariana Stachiu, que atua em palestras, workshops e programas de saúde mental dentro das empresas, oferece estratégias para que líderes e colaboradores desenvolvam um equilíbrio entre produtividade e bem-estar. "Cuidar da saúde mental não é apenas um ato de autopreservação, mas também um movimento coletivo que melhora as relações e os resultados de qualquer equipe", conclui.

Com a ampliação das discussões sobre o tema, o Janeiro Branco de 2025 se posiciona como um marco importante para a conscientização sobre saúde mental, com foco no impacto das mudanças trabalhistas e o papel das lideranças nesse processo.

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