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Vitrais de matriz bicentenária passam por restauro

Vitrais de matriz bicentenária passam por restauro
(Foto: Atelier Sérgio Prata)
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COM ASSESSORIAS - Por seus 250 anos a igreja matriz de Castro está sendo presenteada com um importante processo de restauro dos seus vitrais históricos. Os serviços que iniciaram no último no dia 4 e tem à frente a equipe do artista Sérgio Prata Garcia, especializado em restauro de obras sacras, reconhecido pela sua habilidade e dedicação em preservar o patrimônio artístico. O investimento é de R$ 15 mil e o prazo para conclusão é de 60 dias. Nesta primeira fase do projeto está restaurando vitrais que apresentavam peças faltantes ou quebradas.

Este restauro é de extrema importância para a preservação das obras de arte e para a conservação do patrimônio da igreja, garantindo que sua beleza e história sejam mantidas para as futuras gerações, como atesta o pároco, padre Sandro José Brandt, que é especializado em Patrimônio Histórico Religioso na Itália. "A história de um povo, especialmente nessa região, a história religiosa se confunde com a história do surgimento dos povoados. Castro nasceu no em torno dessa paróquia, que data de 1740, quando foi realizada sua primeira missa, e foi elevada à paróquia em 1774, pelo bispo Dom Manuel Conceição, de São Paulo. E é uma igreja que traz bastante elementos históricos, então, precisamos preservar o patrimônio histórico, cuidando não só da estrutura material, mas também do valor histórico", ressalta o padre.

Segundo o pároco, a matriz tem vitrais que são da década de 60. Conforme consta do livro tombo da paróquia, a instalação dos últimos vitrais ocorreu em 1965. "Agora, passados quase 70 anos, estamos fazendo a restauração de alguns deles que estavam extremamente estragados pelo tempo, pelas intempéries... E para preservar esse patrimônio, antes que piore a situação, estamos fazendo a restauração para preservar também a memória não só religiosa, mas a memória do povo castrense", justifica padre Sandro.

"Padre Sandro é um padre das antigas, que coloca a mão na massa. Está me ajudando. Não tem medo de se sujar com poeira, com madeira. Muito feliz em estar em Castro, onde fui bem recebido. Cidade bonita, cheia de cultura, arquitetura, de estética, um povo educado. Feliz em voltar ao Paraná, onde morei por mais de dez anos", lembra o artista Sérgio Prata. De acordo com ele, será feito o restauro peça por peça quebrada. "Ela será refeita com a mesma textura e qualidade, e, em seguida, montada. Cada peça é pintada e queimada, comparada com a original para ver se está na mesma tonalidade", explica Prata.

Sérgio Prata se dedica à pesquisa em artes desde 1981. É escultor, pintor de telas, afrescos, pinturas murais e painéis cerâmicos, especialista em técnicas de pintura pela Ensb-A de Paris. Prata leciona composição de obras de arte, matéria que aprendeu no Museu do Louvre, e anatomia para artistas. É artista sacro muralista, pesquisador de técnicas de iconografia Bizantina, desenhista, retratista, gravurista, vitralista, autor de livros, cd-rom, dvds, editor de vídeos e de cursos on-line, destinados à partilha de conhecimentos técnicos e de ofícios de arte. A carreira nas Artes de Sérgio Prata Garcia iniciou-se quando venceu por unanimidade de público e juri o XV Concurso Nacional de esculturas em areia, organizado pela Air France no Brasil em fevereiro de 1981. Graças ao prêmio de viagem à Paris, deixou a Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e após uma longa preparação, foi aceito na École Nationale Supérieure des Beaux Arts de Paris. Especializou-se em desenho, afrescos (com Mr. Bernard Delamarche) e técnicas de pintura (com Mr. Abraham Pincas e Jean Petit), entre 1981 e 1986. Foi orientado por renomados artistas, como Pierre Alechinsky (grupo Cobra), o escultor César e Pierre Caron, na Ensb-A de Paris. Teve oportunidade de conhecer artistas como Roberto Burle Marx, Juarez Machado, Paul Boury, Fabio Rieti, entre outros.

Estudou composição de obras de arte (analyse d´oeuvres d´art) no Museu do Louvre com o renomado professor James Bloedé, que recebeu o prix Paul Marmottan, da Academie des Beaux Arts em 1996, com seu livro Paolo Uccello et la représentation du mouvement.

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