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Saúde

Saúde realiza capacitação de médicos e enfermeiros sobre Chikungunya e Esporotricose

Saúde realiza capacitação de médicos e enfermeiros sobre Chikungunya e Esporotricose
(Foto: Divulgação/PMA)
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COM ASSESSORIAS - A Secretaria de Saúde realizou uma sensibilização com médicos e enfermeiros pensando na prevenção, diagnóstico precoce e tratamento adequado sobre a notificação, diagnóstico e tratamento de Chikungunya e Esporotricose.

FEBRE CHIKUNGUNYA - É uma doença viral transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti. No Brasil, a circulação do vírus foi identificada pela primeira vez 2014.

Os sintomas iniciam entre 2 a 12 dias após a picada do mosquito. Conheça-os:

• Febre alta de início rápido;
• Dores intensas nas articulações dos pés e mãos, além de dedos, tornozelos e pulsos.
• Dor de cabeça,
• Dores nos músculos e manchas vermelhas na pele.

Não é possível ter Chikungunya mais de uma vez. Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida.

PREVENÇÃO - Ainda não existe vacina ou medicamentos contra Chikungunya.

A única forma de prevenção é acabar com o mosquito:

• Mantendo o domicílio sempre limpo;
• Eliminando os possíveis criadouros;
• Roupas que minimizem a exposição da pele durante o dia, quando os mosquitos são mais ativos;
• Repelentes e inseticidas também podem ser usados, seguindo as instruções do rótulo;
• Mosquiteiros proporcionam boa proteção para aqueles que dormem durante o dia.

ESPOROTRICOSE HUMANA - é uma micose subcutânea que surge quando o fungo do gênero Sporothrix entra no organismo, por meio de uma ferida na pele.

A infecção ocorre pelo contato do fungo com a pele ou mucosa, por meio de trauma decorrente de acidentes com espinhos, palha ou lascas de madeira; contato com vegetais em decomposição; arranhadura ou mordedura de animais doentes, sendo o gato o mais comum.

Pode apresentar-se como lesões na pele, no trajeto do sistema linfático/cutâneo , extra cutâneo e disseminada.

O diagnóstico leva em consideração os dados clínicos, epidemiológico e laboratorial, que é feita por meio do isolamento do fungo obtido de material de biópsia ou aspirado de lesões.

O tratamento é ofertado pelo SUS e pode durar de 3 a 6 meses.

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